Jude Bellingham com os pais Mark e Denise e o irmão Jobe
Jude Bellingham com os pais Mark e Denise e o irmão Jobe

Há um Bellingham com mais de 700 golos chamado à seleção inglesa

Pai de Jude e Jobe, «Pelé dos amadores», brilhou nas ligas amadoras e foi convocado para a seleção de veteranos

Mark Bellingham, pai de Jude Bellingham (Real Madrid) e Jobe Bellingham (Borussia Dortmund) , vai voltar a calçar as chuteiras para representar a seleção de Inglaterra de veteranos com mais de 50 anos, num encontro frente à República da Irlanda, agendado para este domingo, 1 de novembro, em Berkshire.

Ao alinhar pela formação britânica, Mark torna-se no terceiro membro da família Bellingham a envergar a camisola dos Three Lions. No passado, o avançado construiu uma carreira notável nos escalões não profissionais (non-league), tendo apontado mais de 700 golos ao serviço de pelo menos duas dezenas de clubes. O percurso desportivo de 25 anos, concluído em 2017, chegou mesmo a valer-lhe a alcunha de «Pelé dos amadores».

A equipa de Inglaterra é atualmente campeã mundial de seniores, depois de ter conquistado o nono troféu na Tailândia, no início deste ano.

Antes de se dedicar em pleno a gerir a carreira dos filhos, Mark Bellingham desempenhou funções como sargento na polícia de West Midlands e ajudou a fundar o Stourbridge Juniors, o primeiro clube de Jude.

Numa entrevista recente, o jogador do Real Madrid recordou o impacto do pai no seu crescimento desportivo:

«Falamos sobre heróis do futebol e o meu pai foi como que o meu primeiro herói. Quando o ia ver jogar todas as semanas nas ligas não profissionais, sabias que não era a Premier League nem nada do género, mas ver a forma como jogava e o ambiente fez-me apaixonar pelo futebol, pelo que ele foi provavelmente o meu primeiro herói. Depois comecei a prestar um pouco mais de atenção aos jogos e a essas coisas, ao ambiente, e ele a marcar golos e a festejar... uma pessoa quer ser assim. Ao crescer, ele dava-me sempre conselhos sobre o que podia fazer e, a partir de uma certa idade, as coisas invertem-se um pouco, o que é fantástico, porque temos uma relação de pai e filho e, à medida que fui crescendo, de treinador e jogador.»

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