Monfils e Svitolina já não são marido e mulher
Monfils e Svitolina já não são marido e mulher

Há novos detalhes sobre o surpreendente divórcio do casal sensação do ténis

Matrimónio entre Gael Monfils e Elina Svitolina chegou ao fim e precipitou o fim de carreira do francês

O universo do ténis foi surpreendido pelo término da relação entre Gael Monfils e Elina Svitolina. Após o anúncio da separação por parte da jogadora ucraniana, o jornal L'Équipe revelou novos contornos sobre os bastidores da rutura que levou o experiente tenista francês a antecipar o adeus definitivo aos courts.

De acordo com a publicação gaulesa, um telefonema no final de setembro acabou por ser decisivo para a rutura. Svitolina, que disputava o torneio de Pequim, comunicou a intenção de avançar para o divórcio a Monfils, que se encontrava em Dubai acompanhado pela filha de ambos, Skai, de quatro anos. O impacto da notícia foi imediato para o gaulês, de 40 anos, que cancelou a presença em todos os torneios agendados e também a despedida que tinha planeada para o torneio de Paris.

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Abalado com a situação pessoal e sem condições para manter o foco competitivo, o atleta viu o seu nome constar oficialmente, a 5 de outubro, na lista de jogadores retirados da Agência Internacional para a Integridade do Ténis (ITIA).

Juntos desde 2018 e casados desde 16 de julho de 2021, o casal colocou agora um ponto final na ligação. A tenista de 32 anos, atual número seis da hierarquia WTA, recorreu à rede social Instagram para partilhar o momento com os adeptos, apontando o desgaste emocional causado pela guerra na Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022 pela Rússia, como um dos fatores determinantes para o desfecho.

«Toda a gente sabe o que a Ucrânia significa para mim. Ninguém viu, contudo, as noites sem dormir, as dúvidas e a sensação de que me estava a perder a mim própria aos poucos. Com o tempo, percebi que tenho de reencontrar o meu próprio caminho e que não sou capaz de o fazer dentro do nosso casamento. É a verdade mais difícil que alguma vez tive de enfrentar e o mais difícil que alguma vez tive de dizer a uma pessoa amada», expressou Svitolina.

Recorde-se que a ucraniana, apesar das exigências do circuito internacional e dos perigos do conflito armado, tem regressado com frequência ao seu país natal.

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