FC Porto: o ponto de situação dos guarda-redes com a chegada de João Afonso
Dono de tremenda margem de progressão e visto pelo FC Porto como detentor de um perfil muito interessante, João Afonso está em vias de reforçar os dragões sob uma lógica de preparação do futuro da baliza azul e branca.
Numa fase inicial, é de esperar que o açoriano se divida entre a equipa B, onde poderá usufruir de tempo de jogo, e os trabalhos do plantel principal. Como André Villas-Boas já referiu, a ideia para o verão passa por segurar os melhores jogadores, entre eles, Diogo Costa. Como tal, a menos que o capitão ou Cláudio Ramos — entra no último ano de contrato... — rumem a outras paragens, o trio de guardiões da equipa A está fechado, juntamente com João Costa.
Há, ainda, o caso de Samuel Portugal. O brasileiro foi emprestado ao Al Akhdoud no início da época finda, tendo os sauditas ficado com uma opção de compra de 1,7 milhões de euros. Contudo, a descida de divisão deverá dificultar a permanência em definitivo do guardião no clube. Certo é que, voltando ao FC Porto, não será para ficar, até porque termina contrato em junho de 2027.
Ainda assim, a chegada de João Afonso ao clube azul e branco promete mexer com a hierarquia dos guarda-redes... mais jovens.
Gonçalo Ribeiro, de 20 anos, terminou a temporada como dono da baliza dos bês. Já Diogo Fernandes, presença regular nas sessões de treino orientadas por Francesco Farioli, até começou 2025/26 como titular na formação secundária, mas acabou por perder protagonismo: a última partida oficial que realizou pelos dragões foi no final de outubro, frente à Oliveirense. Uma vez que tem 21 anos e quererá, certamente, começar a jogar com maior regularidade, surge como candidato à mudança de ares. Mas pode não ser o único. Isto porque, além de Diogo Fernandes e de Gonçalo Ribeiro, há outros talentos a despontar na formação, casos de Gonçalo Silva, Antoni Nikolov e Hubert Charuzy. Haverá mexidas este verão...