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Em cueca que ganha não se mexe: superstição dura desde o Benfica
Bem conhecido do público português, em especial pelas épocas dedicadas ao Benfica, que o catapultaram para o patamar mais alto do futebol mundial — jogou no Manchester City de 2017/18 a 2024/25 —, Ederson conta com um palmarés invejável, que inclui uma Champions, uma Supertaça Europeia, um Mundial de Clubes, seis títulos da Premier League, duas Ligas e uma Copa América, entre outros. E um dos segredos para o êxito, definitivamente o mais bizarro, não está relacionado com as competências futebolísticas.
Quando se pensa num bom guarda-redes, pensa-se num bom jogo de pés, numa boa leitura de jogo, bons reflexos, mas Ederson também atribui a sua quota de sucesso a um amuleto da sorte. Esqueça trevos de quatro folhas, olhos turcos, ferraduras. Há três anos, à TNT Sports, o guardião surpreendeu: «Tenho a superstição de usar as mesmas cuecas em todos os jogos. São sempre as mesmas! O pessoal aqui em casa até já sabe e deixa-as guardadas no cantinho...»
Caso para dizer que em cueca que ganha (campeonatos e não só...) não se mexe — só no final de cada época, porque «desgasta-se muito» — «É desde os tempos do Benfica. No primeiro ano, foi assim: quando jogava, usava. E nos últimos oito anos ganhei sete títulos nacionais. Tem dado resultado», explicou na altura.
Desde então, três anos passaram e o último ficou marcado pela saída de Inglaterra. Este fã de Rogério Ceni — que em 2023 mereceu elogios do guarda-redes com mais golos de todos os tempos (131) — trocou o City pelo Fenerbahçe. Agora, na montra do Mundial, os adeptos bem poderiam fazer apostas sobre a roupa íntima do brasileiro, depois de ter ido a jogo em 36 jogos pelo clube turco...
Este artigo partiu do perfil de Ederson que A BOLA publicou no âmbito da Guardian Experts’ Network, uma rede de troca de conteúdos liderada pelo conceituado jornal inglês, e que inclui meios de comunicação social de vários países representados no torneio.