Novak Djokovic, 38 anos, está há 960 semanas entre os cinco melhores do Mundo. IMAGO - Foto: IMAGO

Djokovic é o melhor em 53 anos e ultrapassa Federer

A coleção de recordes do sérvio continua aumentar e, além dos Grand Slams (24), agora alcançou um novo marco que o coloca há mais de 18 anos (!) num lugar único da história do ténis

Quando esta noite, Novak Djokovic pisar a passadeira vermelha dos Laureus, em Madrid, antes de apresentar a Gala de 2026, o sérvio levará consigo mais um recorde para o palco que vai distinguir os melhores do Mundo no desporto e, que, ele já conquistou cinco vezes!

Nole continua a somar recordes numa carreira única, tendo esta semana alcançado mais um marco histórico no ténis mundial. O sérvio tornou-se no jogador com mais semanas instalado no Top 5 do ranking ATP, superando a marca anterior que pertencia a Roger Federer.

Ao iniciar a sua 860.ª semana entre os cinco melhores do mundo, Djokovic ultrapassou as 859 semanas de Federer, estabelecendo um novo máximo na história da modalidade. O ranking oficial da ATP foi introduzido em agosto de 1973!

Atualmente na quarta posição da hierarquia mundial, o domínio de Djokovic nos lugares cimeiros é ainda mais impressionante quando se analisa a sua permanência no topo.

Das 860 semanas no Top 5, o sérvio passou 428 delas como número 1 mundial, o que corresponde a quase metade do tempo (49,8%) e representa um recorde absoluto. Neste particular, Federer é o segundo da lista, com 310 semanas na liderança.

A consistência do tenista sérvio reflete-se também noutras estatísticas. Passou 599 semanas no Top 2 (69,7%), 764 semanas no Top 3 (88,8%) e 823 semanas no Top 4 (95,7%).

No horizonte de Djokovic está já outro recorde de longevidade. Esta é a sua 939.ª semana no Top 10, ocupando o segundo lugar de sempre nesta categoria, atrás apenas das 968 semanas de Roger Federer. Caso o vencedor de 24 títulos do Grand Slam se mantenha na elite do ténis, poderá quebrar essa marca já em novembro deste ano.

Além disso, o sérvio de 38 anos, pode orgulhar-se de ter vencido os nove Masters 1000. Para alcançá-lo, Jannik Sinner ainda precisa de conquistar Roma e Madrid e Carlos Alcaraz de vencer no Canadá, Xangai e Paris para completar a coleção de Masters 1000.