Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol - Foto: Imago
Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol - Foto: Imago

Distribuição das verbas de solidariedade da UEFA preocupa presidente da FPF

Pedro Proença estará atento à polémica da distribuição das verbas do mecanismo de solidariedade da UEFA, que pela primeira vez em 25 anos não vão chegar aos clubes da Liga 2

A Assembleia Geral da Liga decidiu... mas pode não estar decidido. Três clubes da Liga 2 (representando vários outros) interpuseram uma providência cautelar no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) contra a decisão de distribuir as verbas do mecanismo de solidariedade da UEFA apenas aos clubes do primeiro escalão.

A votação, na AG da Liga, não está contra os pressupostos da UEFA, que fala apenas em clubes da Primeira Liga, mas contraria uma prática instituída desde há 25 anos e que representa uma boa parte da sustentação orçamental de clubes da Liga 2, com valores na ordem dos 400 mil euros a saírem de repente dos planos.

Em conversa informal com responsáveis de vários órgãos de comunicação social nacionais, antes da apresentação do Plano Estratégico do futebol português para 2024-2036, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Proença, manifestou-se prepocupado com o tema. Assente no conhecimento de quase uma década a dirigir o futebol profissional, o dirigente garantiu ser conhecedor da importância desta verba para os clubes da Segunda Liga. Aguarda, antes de mais, a decisão do TAD, mas também está expectante quantoi à forma como a Liga ainda poderá tentar (ou não) reverter a situação.