Diogo Santos: «Temos de ser mais intensos no momento ofensivo»
A Seleção Nacional volta a medir forças com o Japão este sábado, depois do triunfo luso por 4-1 no primeiro jogo.
Na antevisão à partida, Diogo Santos destacou o processo de construção da equipa: «Temos aqui estreantes e alguns regressos, ainda estamos a criar as melhores dinâmicas. Acima de tudo, temos de seguir o que a equipa técnica nos passou. Temos de ser mais intensos no momento ofensivo, mais coesos na pressão na bola e confiar uns nos outros.»
«O Japão tem muita qualidade, os seus jogadores sabem muito bem o que fazem, são muito objetivos. Dificultaram-nos muito o jogo e foi positivo. Jogar com equipas assim é a melhor forma de preparar o futuro.»
Por fim, o ala realçou a importância do apoio dos adeptos: «É sempre especial jogar em Portugal com os nossos adeptos. Dão-nos uma força enorme em campo. No sábado estará novamente um grande ambiente e é muito bom jogar com o pavilhão cheio.»
«O objetivo para o segundo jogo é sempre melhorar»
Também José Luís Mendes, elemento da equipa técnica de Jorge Braz, projetou a partida e apontou o objetivo.
«Neste tipo de estágios de preparação, o objetivo para o segundo jogo é sempre melhorar. O Japão é uma equipa que exige muito de nós. Vamos ter de fazer um jogo tão bom ou melhor ainda que o primeiro. Tivemos muitos aspectos positivos, independentemente de termos estreias e alguns regressos. Fizemos uma exibição muito boa. O objetivo é melhorar e encerrar a época da melhor forma», começou por dizer o técnico.
«Temos de melhorar os timings de ataque. Por vezes não precisamos de tanta correria para fazer as coisas bem feitas. Já abordámos esse assunto na reunião e no treino vamos tentar aplicar. Certamente com a capacidade e qualidade destes jogadores vão perceber isso. Para o jogo estaremos ainda mais bem preparados que no primeiro», continuou.
Apesar de os confrontos com os japoneses serem apenas de preparação, José Luís Mendes considera-os importantes para o processo: «Estes jogos são já com os olhos postos no futuro e no apuramento para o Mundial. Temos de olhar em frente, perceber quem tem potencial para estar aqui. O mérito é todo dos jogadores, são eles que fazem a convocatória. A ideia é estar já com os olhos postos no futuro»