Diogo Jota e André Silva: acidente sem responsabilidade criminal
Um tribunal espanhol determinou que não existe responsabilidade criminal no acidente que vitimou mortalmente Diogo Jota e o irmão, André Silva.
De acordo com as conclusões da investigação, o Lamborghini em que viajavam sofreu o rebentamento de um pneu a alta velocidade durante uma ultrapassagem na autoestrada A-52. A viatura acabou por embater no separador central e incendiar-se.
Após analisar as provas recolhidas no local e os relatórios dos peritos, o Tribunal Superior de Justiça da região decidiu pelo arquivamento do processo-crime.
Fontes do Tribunal Superior de Justicia de Castilla y Leon, citadas pelo The Athletic, confirmaram a decisão. «O Tribunal de Primeira Instância de Puebla de Sanabria arquivou o caso em novembro passado, após avaliar as provas documentais do processo e, em particular, os relatórios periciais emitidos pela Unidade de Trânsito da Guardia Civil», explicou a fonte, acrescentando que «o arquivamento do processo penal não impede a possibilidade de as partes afetadas intentarem uma ação cível para reclamar o que considerem apropriado».
O acidente ocorreu a 3 de julho de 2025, na província de Zamora, no noroeste de Espanha. Diogo Jota, de 28 anos, conduzia o veículo em que seguia também o irmão, de 25 anos.