Diogo Costa esteve em grande plano frente ao Man. City - Foto: Catarina Morais/KAPTA+
Diogo Costa esteve em grande plano frente ao Man. City - Foto: Catarina Morais/KAPTA+

Diogo Costa fala sobre a ausência dos nomeados para a Bola de Ouro

Guardião do FC Porto e da Seleção Nacional ficou de fora dos nomeados da 'France Football' para os prémios de melhor guarda-redes e melhor jogador do ano

«Um pouco revoltado e chateado» com a derrota averbada pelo FC Porto frente ao Manchester City, na 1.ª jornada da UEFA Champions League, Diogo Costa falou à Sport TV após a partida que marcou o regresso dos dragões à prova milionária.

«Provámos que viemos para competir e que queríamos muito ganhar. Acho que, a seguir ao 1-0 deles, estivemos bem por cima do jogo, tivemos oportunidades para empatar o jogo. Mas, à medida que o tempo ia passando, a vontade era tanta de marcar que acabámos por sofrer um golo numa transição. A bola acaba por passar no meio das pernas, aquelas coisas... Demos o nosso melhor e, de tanto tentarmos, perdemos um bocadinho essa concentração que deveríamos ter a defender», assinalou o capitão dos campeões nacionais.

«O City não é uma equipa qualquer. Acho que estivemos muito bem nessa parte, conseguimos jogar, jogar longo, acho que variámos muito o nosso jogo. Explorámos as fraquezas do City, acho que tivemos mais do que ocasiões para poder empatar o jogo. Mas o futebol é assim: quando não se marca nesta competição, sofre-se facilmente», vincou Diogo.

«Para a qualidade que eles têm e pela desvalorização que nos deram, por termos pouca experiência na Champions, com novos jogadores, acho que estivemos muito bem. Mostrámos o nosso ADN. Faltou uma pontinha de sorte para podermos empatar o jogo. Acho que depois podia tornar-se um jogo completamente diferente. Mas é isso: estamos chateados por não termos ganho, porque aqui no FC Porto nós queremos sempre ganhar, mas vamos continuar a trabalhar e com isto estamos a aprender para que, no futuro, corra melhor», prosseguiu o camisola 99 do FC Porto, que comentou o duelo individual com Erling Haaland.

«Dei o meu melhor, tentei ajudar os meus companheiros. É esse o meu foco. Eu nunca quero ganhar sozinho. Aliás, eu sei que para ganhar precisamos de toda a gente. Estamos um pouco tristes e revoltados por termos perdido. Mas acho que competimos bem e queremos continuar a demonstrar uma boa performance nos seguintes jogos», vincou, antes de ser convidado a comentar a ausência dos nomeados para o Troféu Lev Yashin, destinado ao melhor guarda-redes da época, e da lista de candidatos à Bola de Ouro, divulgada esta terça-feira.

«Eu apenas não sei quem é que escolhe, mas não é algo que me interesse neste momento, não tenho nada a comentar», rematou.

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