Antoine Semenyo e Bernardo Silva juntos no Manchester City
Antoine Semenyo e Bernardo Silva juntos no Manchester City - Foto: IMAGO

«Bernardo Silva é vítima de bullying. Pobre rapaz, nem sequer faz nada»

Antoine Semenyo afirmou que o internacional português, apesar de ser capitão, é bastante gozado no balneário, e deu exemplos hilariantes

Antoine Semenyo foi o mais recente jogador do Manchester City a reagir à saída de Bernardo Silva no final da temporada. Apesar de ter chegado apenas em janeiro, o ex-Bournemouth entendeu rapidamente a importância do internacional português na equipa, dentro e fora de campo.

«É um tipo fantástico, alguém excelente para ter no balneário. Fez tanto pelo City. Tão resistente, tão de confiança. Sinceramente, tem sido incrível. Fez-me sentir muito à vontade», começou por dizer, em entrevista ao podcast All Out Football, revelando que o luso é... «vítima de bullying».

«Ele é muito gozado no balneário, não sei porquê... [risos] Muitos dos rapazes fazem-no. Porquê? Pelo que ele veste para treinar. Nem sequer é feio, é apenas muito informal», explicou, sorridente, contando um exemplo.

«Estou a entrar na cantina e vejo-o no corredor a ser imobilizado em estrangulamento. E penso: 'Pobre rapaz!' Ele nem sequer fez nada. Não é só uma pessoa, são três ou quatro, por isso ele não tem hipótese!», atirou, a rir-se.

Questionado sobre o jogo do título com o Arsenal, Semenyo apontou à vitória. «A nossa forma nos últimos jogos tem sido boa, estamos provavelmente a jogar o melhor que já jogámos na segunda metade da época. Por isso, acho que é uma boa altura para os enfrentar [Arsenal]. Enquanto eles baixaram o ritmo, nós subimos - vai ser interessante. Sinto que estamos prontos. Vai ser um grande jogo. Decisivo para o título, talvez? Não sei. Vai ser difícil, não me interpretem mal. É óbvio que perderam contra o Bournemouth, mas continuam no topo. Continuamos na luta. Por isso, temos de os respeitar nesse sentido», disse, elogiando o seu treinador, Pep Guardiola.

«Ele é geralmente descontraído. É quando se entra nas reuniões que ele fica sério. Lembro-me da primeira reunião [da equipa] que tive, ele andava de um lado para o outro à frente da sala. [Eu estava] a pensar: ‘Isto é normal?’ Olhando para trás, ninguém se estava a rir, por isso estava sozinho. Ele é tão apaixonado...», afirmou, recordando o primeiro contacto pessoal com o espanhol.

«Ele estava cheio de energia. Entrei no seu gabinete, com música suave a tocar de fundo. O cheiro era tão agradável. Ele disse: 'Estamos felizes por te ter aqui. Continua assim e, com sorte, [vamos] disputar o título...'», lembrou.

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