Adriel, quase dava para um filme (as notas do Aves SAD)
O guarda-redes Adriel pode fazer um filme com as defesas, especialmente na primeira parte, que evitaram triunfo ainda mais gordo do Benfica.
Foi acompanhado, nessa luta contra uma espécie de destino anunciado, pelo médio-defensivo Roni, formiguinha incansável do primeiro ao último minuto, recoletora bolas, com rotação para um futuro mais descansado, ou seja, uma equipa com outras ambições.
O central Paulo Vítor também contribuiu para a resistência, em muitos momentos, da defesa, não deixou cair os companheiros, tentou fazer a vida negra a Pavlidis, somou cortes atrás de cortes.
Tunde Akinsola teve três arrancadas para o ataque, coisa rara no Aves SAD, o que justificaria ficar mais tempo em campo, mas está a respeitar o Ramadão.
Depois, poucos destaque positivos. Os laterais Mateus Pivô e Leonardo Rivas passaram o tempo a defender, Gustavo Mendonça, Algobia e Diego Duarte sentiram dificuldades em esticar o jogo.
No ataque, Tomané, sozinho e abandonado, entregou-se ao jogo, sem criar perigo. Dos que entraram, Aderllan Santos sentiu-se confortável a cortar várias bolas de cabeça.
As notas do Aves SAD: Adriel (6), Mateus Pivô (3), Devenish (4), Paulo Vítor (5), Leonardo Rivas (4), Gustavo Mendonça (3), Roni (6), Algobia (4), Tunde Akinsola (5), Tomané (4), Diego Duarte (4), Molina (4), Aderllan Santos (5), Óscar Perea (3), Tiago Galletto (3) e Kiki Afonso (—)
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