Joaquim Evangelista apresenta o Dossier Tráfico Humano (SÉRGIO MIGUEL SANTOS/ASF)
Joaquim Evangelista não tomará posse na FPF
Mantém posição internacional incompatível com a participação na Direção de Pedro Proença
A nova direção da Federação Portuguesa de Futebol, que tomará posse na segunda-feira na Cidade do Futebol, teve esta quinta-feira uma primeira baixa: Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), optou por manter a posição no Board mundial da FIFPRO (organização que reúne sindicatos de todo o mundo), da qual teria de abdicar para assumir-se como dirigente da FPF.
O Sindicato de Jogadores tornou pública a posição através de comunicado, esta quinta-feira.
Eis o comunicado do SJPF:
«O presidente do Sindicato dos Jogadores, Joaquim Evangelista, informou esta quinta-feira o presidente eleito da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Pedro Proença, que entendeu não tomar posse como membro da Direção da Federação.
A decisão agora tomada surge na sequência da reunião do Board mundial da FIFPRO, que o presidente Joaquim Evangelista integra e que decorreu no dia 18 de fevereiro, em Londres.
É entendimento do Board da FIFPRO que a eventual tomada de posse do presidente Joaquim Evangelista na Federação Portuguesa de Futebol obrigaria de imediato à sua renúncia ao cargo da maior organização internacional de jogadores de futebol do mundo e, consequentemente, à perda desta posição para Portugal.
Perante este facto novo e na defesa óbvia dos interesses de todas as jogadoras e jogadores portugueses, entendeu o presidente do Sindicato dos Jogadores comunicar ao presidente Pedro Proença esta ponderada decisão.
A FIFPRO desempenha um papel central no ecossistema do futebol mundial, estando a liderar um processo de reformas estruturais, na sequência da decisão do TJUE (Tribunal de Justiça da União Europeia) no “caso Diarra” e de outros processos em curso nas instâncias europeias, que irão definir o futuro das relações laborais e desportivas entre jogadores e clubes, em todo o mundo.
O facto de Portugal perder o lugar no Board da FIFPRO, que demorou anos a conquistar, e a realização em Portugal do Congresso Mundial do organismo, que celebra 60 anos, também contribuíram decisivamente para esta opção.
O presidente Joaquim Evangelista agradece a compreensão manifestada pelo presidente eleito da FPF e reafirma o seu compromisso no apoio ao programa de governo para o próximo quadriénio da Federação Portuguesa de Futebol, que foi amplamente sufragado nas eleições do passado dia 14 de fevereiro.»
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