«Zero»: a garantia de Ancelotti sobre as críticas
O Brasil começou o ciclo para o Mundial-2030 com um empate em jogo particular diante da Austrália (1-1), alcançado em cima da hora, na sexta-feira. As duas equipas voltam a defrontar-se na terça-feira, em Brisbane, e Carlo Ancelotti quer continua a preparar o futuro.
O selecionador do Brasil reiterou confiança na ideia para o futuro da seleção, em conferência de imprensa realizada num teatro em Brisbane: «A crítica sempre existiu e vai existir. A crítica não afeta a ideia que tenho para o futuro desta seleção e destes jogadores.»
Questionado sobre o peso das críticas no plano que pretende implementar durante este ciclo, Ancelotti foi perentório: «Zero.»
«A prioridade agora é construir uma nova geração que possa acompanhar o Brasil na Copa América e para Copa do Mundo. Pode acontecer que hoje os 26 convocados não sejam os melhores absolutos, mas faz parte do processo», frisou.
Ancelotti prepara a canarinha para ser «protagonista», tendo em conta o objetivo de «ganhar o Mundial». Mas há espaço para puxar dos galões: «Não me lembro de um ano em que a expectativa não tenha sido alta na minha carreira.»
O técnico italiano tem aproveitado esta paragem para observar jovens talentos sem experiência de seleção principal como Arthur Dias, do Athletico Paranaense, Breno Bidon, do Corinthians, ou Gabriel Bontempo, do Santos.
A canarinha vai voltar a defrontar a Austrália na terça-feira, antes de viajar para Calcutá, onde vai defrontar a Índia a 3 de outubro.