Lucas Furtado chegou à cidade-Berço há pouco mais de um ano - Foto: Lucas Furtado/Instagram
Lucas Furtado chegou à cidade-Berço há pouco mais de um ano - Foto: Lucas Furtado/Instagram
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'Petr Cech brasileiro' vê luz da esperança no Vitória de Guimarães

Lucas Furtado foi titular no particular contra o Chaves (1-0). Procura espaço desde há um ano, quando chegou do Flamengo

Afinal, há esperança para a esperança canarinha, Lucas Furtado. Chegado há um ano ao Vitória de Guimarães, oriundo do Flamengo (onde fez todo o percurso de formação), o guarda-redes de 21 anos nunca se chegou a estrear com a camisola principal do Rei em jogos oficiais.

Pelo equipa B dos conquistadores, o internacional jovem pelo Brasil também não teve a assiduidade esperada, contabilizando apenas três encontros (dois em 2025/25 e um na nova época).

O guardião até se apresentou às ordens de Tiago Margarido no início da pré-temporada. No entanto, não seguiu com a restante equipa para o estádio no Algarve (em julho) devido a lesão.

Sendo presença assídua nos trabalhos do conjunto minhoto (esteve, inclusivamente, no banco de suplentes nas primeiras três partidas do campeonato), Lucas Furtado teve oportunidade de se mostrar mais a sério nesta sexta-feira, no particular diante do Chaves (1-0).

O homem do leme vitoriano surpreendeu e lançou o keeper de 1,97 metros de altura a titular, à frente de Juan Castillo — o substituto mais natural (entraria apenas na etapa complementar) do habitual titular Oliwier Zych. 

O jogador nascido em 2005 não deixou o treinador ficar mal com a e manteve a baliza a zeros.

Fala com o ídolo Petr Cech

À chegada à cidade-Berço, a 31 de agosto de 2025, Lucas Furtado surpreendeu, ao revelo um ídolo que o levou ao outro: «O meu pai é o maior. Tentou ser guarda-redes, mas infelizmente a vida não permitiu. Além disso, sempre me chamou de Petr Cech e é curioso porque agora converso com ele no instagram muitas vezes e tenho-o como referência.»

De facto, na altura, Lucas Furtado e o antigo jogador do Chelsea e Arsenal são parecidos. Mas tal idiossincrasia não foi a única que o ex-Flamengo destacou quando aterrou no Minho: «Uso bem a força a meu favor para chegar a bolas difíceis. Os guarda-redes têm de fazer milagres. Também gosto de jogar com os pés, acho que é importante atualmente e creio que trabalho bem essa característica.»

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