Antonio Vadillo, Carlos Barrón, João Matos e Nuno Dias, capitães e treinadores de Palma e Sporting (UEFA)
Antonio Vadillo, Carlos Barrón, João Matos e Nuno Dias, capitães e treinadores de Palma e Sporting (UEFA)

«Vou dar tudo para o Sporting vencer», diz João Matos

Capitão dos leões admite nervosismo antes da final da Champions de futsal, mas frisa saber lidar com ele

João Matos, capitão do Sporting, 39 anos, sabe que os batimentos cardíacos vão aumentar à medida que o início da final com o Palma se aproxime, mas sabe bem como lidar com isso: «Tenho noção da importância do jogo, bem como noção da responsabilidade, mas acho que um pouco de nervosismo faz parte, é saudável, é bom e é importante. Tanto eu, como o Nuno [Dias, o treinador], como praticamente todo o plantel do Sporting, estivemos em todas as grandes decisões. O nervosismo faz parte da importância de um jogo destes, mas estamos mais do que rotinados e mais do que calejados para jogos deste nível. Será a oitava final de Champions, já com muitas finais de campeonatos europeus e mundiais, pelo que, embora a rotina não nos acalme, traz-nos algum conforto e alguma noção do que é estar nos grandes palcos. Além disso, apesar de ser um jogo de extrema importância, muito importante para o Sporting e para os sportinguistas, há que manter a calma e o foco naquilo que é essencial para o jogo».

De que forma esta final pode ser especial para quem já tanto jogo importante e decisivo disputou? «A diferença tem a ver com a maturidade que trago e com a experiência que trago desde 2006. Agora, os sentimentos são os mesmos de 2006 [primeira final internacional]. A entrega, a ambição e o querer são os mesmos. Desde 2006 até hoje, tudo o que eu puder entregar para ajudar o Sporting a ganhar, vou fazer. Será assim se jogar 40 minutos, se jogar 10, se não jogar, se estiver no banco, se estiver na bancada. Vou dar tudo aos meus colegas e ao Nuno e ao resto da equipa técnica. Todas as minhas energias serão focadas para vencer, apoiar, motivar e puxar pela energia dos meus colegas. Isto é a minha identidade, são os meus valores. Não vou fugir disso e agora, com mais experiência, mais maturidade e mais gestão das minhas energias e da minha intensidade, darei tudo o que tenho para que o Sporting ganhe», assegurou o número 9 leonino.

Por fim, o que acha João Matos do facto de a lotação da Arena Vitrifrigo, em Pesaro (Itália), estar esgotada? «Em qualquer ponto da Europa ou do Mundo, há sportinguistas a apoiar-nos. A exceção foi o ano do covid, mas, de resto, o apoio foi sempre tremendo. Este ano não fugimos a esta regra. É muito por eles que vamos lutar por mais uma Champions e espero que, no final, possamos festejar todos juntos», frisou o capitão.

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