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Tori Penso é a primeira mulher a arbitrar no Mundial 2026
A FIFA nomeou a norte-americana Tori Penso para dirigir o encontro entre a Chéquia e a África do Sul, uma decisão que assinala mais um momento histórico para a arbitragem feminina no futebol mundial. A juíza será a primeira mulher a arbitrar um jogo do Mundial 2026 e apenas a segunda na história da prova a desempenhar essa função.
A primeira árbitra a conquistar esse feito foi a francesa Stéphanie Frappart, que, no Mundial do Qatar, em 2022, apitou uma partida da fase final de um Campeonato do Mundo masculino, ao dirigir o duelo entre Costa Rica e Alemanha.
Aos 39 anos, Tori Penso chega ao torneio com um currículo de destaque no panorama internacional, em 2023, entrou para a história ao arbitrar a final do Campeonato do Mundo feminino entre Espanha e Inglaterra, tornando-se a primeira árbitra dos Estados Unidos a liderar uma final da competição. Mais recentemente, integrou também a equipa de arbitragem do Mundial de Clubes, sendo a única mulher selecionada pela FIFA para o torneio.
The match officials for @FIFAWorldCup matches 25, 26, 27 and 28 have been appointed. 🤝
— FIFA (@FIFAcom) June 15, 2026
Outro dos marcos da sua carreira surgiu em 2020, sendo a primeira mulher em duas décadas a arbitrar um encontro da Major League Soccer (MLS), a principal liga masculina norte-americana.
Para o Mundial de 2026, a FIFA selecionou seis mulheres para a equipa de arbitragem. Além de Tori Penso, a mexicana Katia Itzel García foi escolhida como árbitra principal, onde o grupo inclui ainda Kathryn Nesbitt, Sandra Ramírez, Tatiana Guzmán e Enriqueta Caudillo, que desempenharão funções de arbitragem assistente e apoio ao sistema de vídeoárbitro (VAR).