Faye, extremo de 22 anos, vai ser o segundo reforço assegurado pelos leões nesta janela de mercado, depois de Luís Guilherme - Foto: IMAGO
Faye, extremo de 22 anos, vai ser o segundo reforço assegurado pelos leões nesta janela de mercado, depois de Luís Guilherme - Foto: IMAGO

Sporting: a razão do atraso de Faye (com a China metida pelo meio)

Só falta definir pormenores do plano de pagamentos ao Granada, cujos donos são chineses e o fuso horário não ajuda…

O acordo entre o Sporting e o Granada para a contratação de Souleymane Faye está praticamente fechado mas há pormenores relativos ao plano de pagamentos ainda a serem ultimados e que têm atrasado a viagem do extremo de 22 anos para Lisboa. E há um detalhe que tem contribuído para esta demora: o facto de os donos do clube espanhol serem chineses e estarem a negociar a partir da China.

Devido ao fuso horário, os leões têm esperado sempre com um intervalo de pelo menos 12 horas pela resposta dos elementos da Wuhan DDMC Football Club Management Co., Ltd, o principal investidor do emblema andaluz, o que tem tido responsabilidade na demora do fecho da operação.

O dossiê não está em risco, antes muito bem encaminhado, com o internacional senegalês a esperar pela ordem para viajar para Portugal a qualquer momento.

Faye, recorde-se, vai ser a segunda contratação de inverno dos verdes e brancos, depois de Luís Guilherme, extremo brasileiro que chegou do West Ham a troco de 14 milhões de euros, mais 3 milhões em bónus.

O senegalês custa 6,6 milhões de euros, assina contrato válido por quatro épocas e meia, ou seja, até junho de 2030, e fica com cláusula de rescisão de 30 milhões de euros. O Granada deve reservar direito a receber 10 por cento da mais-valia em futura venda do passe do jogador.