Sete jogadores suspensos por um ano por falsificação de documentos
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) impôs uma suspensão de doze meses a sete futebolistas, incluindo Facundo Garcés, defesa-central do Alavés, na sequência de um processo disciplinar por falsificação de documentos. A sanção, que tinha sido suspensa enquanto o caso era analisado, foi confirmada esta quinta-feira, pondo fim a um longo processo.
Além de Garcés, os outros jogadores sancionados são Gabriel Felipe Arrocha, Rodrigo Julián Holgado, Imanol Javier Machuca, João Vitor Brandão Figueiredo, Jon Irazábal Iraurgui e Héctor Alejandro Hevel Serrano. Apesar da proibição de competir, o TAS permite que os atletas continuem a treinar e a assistir a jogos nos estádios durante o período da suspensão.
O caso remonta a uma decisão da Comissão Disciplinar da FIFA, emitida no final de setembro, por violação do artigo 22 do Código Disciplinar relativo a falsidade documental. A decisão foi posteriormente ratificada pelo Comité de Apelo da FIFA, que confirmou na íntegra as sanções. Para além da suspensão, os jogadores terão de pagar multas individuais, com Facundo Garcés a ser multado em cerca de 2.150 euros. A Federação de Futebol da Malásia, também implicada no processo, foi condenada a pagar uma multa de aproximadamente 376.260 euros à FIFA.
Nascido na Argentina, Garcés solicitou a naturalização para jogar pela seleção da Malásia, sustentando que tinha raízes familiares naquele país. Garcés e outros seis jogadores da seleção da Malásia foram suspensos devido à falsificação de documentos no jogo de qualificação para a Taça da Ásia 2027, frente ao Vietname.
Comunicado oficial: Facundo Garcés
— Deportivo Alavés (@Alaves) March 5, 2026
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