Semenyo decisivo e Manchester City soma mais três na perseguição ao Arsenal
O Manchester City venceu em casa do Leeds, este sábado, por 1-0, em jogo da jornada 28 da Premier League.
A ficha de jogo dos citizens, que contaram com Bernardo Silva, Matheus Nunes e Rúben Dias no onze, chegou com uma novidade: a ausência de Haaland. Pep Guardiola explicou que o norueguês havia contraído uma lesão dois dias antes da partida e que, por isso, estaria fora deste encontro. Sem o panzer norueguês, o ataque ficou entregue, sobretudo, a Marmoush e Semenyo, com Cherki no papel de maior apoio.
O ataque que, no entanto, apareceu primeiro em jogo não foi o dos skyblues, mas sim o dos anfitriões. A primeira meia hora do Leeds foi de elevado fulgor, com transições rápidas, ataques verticais e pressão elevada que, em mais de uma ocasião, ia criando perigo. Aaronson foi uma dor de cabeça para os adversários, com cruzamentos, arrancadas e remates, e quatro minutos bastaram para que o norte-americano servisse Calvert-Lewin com um passe perfeito, que o inglês não conseguiu aproveitar.
O primeiro remate a contar do Man. City surgiu ao minuto 40, dos pés de Marmoush, e, logo a seguir, O'Reilly protagonizou a grande ocasião de perigo dos visitantes, num cabeceamento a passe de Matheus Nunes que Darlow impediu que fosse para a baliza. Era um momento que mostrava o crescimento dos vice-líderes da Premier League na partida, crescimento esse que, aos 45'+3, culminou em golo: Cherki encontrou, Ait-Nouri, lateral-esquerdo colocou tensão na bola e na zona da pequena área apareceu Semenyo a deslizar para o 1-0, o 14.º do extremo ex-Bournemouth na competição.
O golo surgiu mesmo antes do intervalo e obrigou o Leeds a crescer no início do segundo tempo, mas sem a capacidade de vertigem que havia mostrado no começo da partida. O Man. City, que também não se mostrou particularmente eficaz no ataque, até teve a melhor oportunidade depois do descanso, num cabeceamento de Guéhi que não resultou no 2-0 porque Darlow, guarda-redes anfitrião, sacudiu com uma palmada em mergulho.
O final foi de pressão do Leeds na luta pelo golo, mas se, no início do jogo, a equipa do Manchester City havia mostrado alguma dificuldade em impedir os adversários de criar perigo, a resposta da linha recuada dos skyblues foi de grande nível nos minutos finais, a travar o chuveirinho dos comandados de Daniel Farke, que, no final do encontro, ainda viu o cartão vermelho por palavras dirigidas ao árbitro Peter Bankes. Assim terminou o jogo, com pouco brilho, mas eficácia q.b. e acerto defensivo quando foi mais necessário por parte do Manchester City. Uma vitória que valeu tanto como qualquer outra: três pontos na perseguição ao líder Arsenal.