Henrique Rocha (ténis). Foto Millenium Estoril Open
Resultados em Brasília e Santiago colocam Henrique Rocha no seu melhor 'ranking' de sempre Foto Millenium Estoril Open

Rocha sobe 38 lugares, Sabalenka não mexe há... 74 semanas

Português dá salto significativo no 'ranking' ATP. Já Nuno Borges caiu para o 50.º posto. Bielorrussa veio para ficar no topo do WTA

A hierarquia do ténis mundial sofreu alterações profundas após o desfecho em Indian Wells. No setor feminino, a cazaque Elena Rybakina alcançou o segundo lugar do ranking WTA, sua melhor marca de sempre, relegando a polaca Iga Swiatek para a terceira posição. A liderança permanece nas mãos da bielorrussa Aryna Sabalenka pela 74.ª semana consecutiva (82 na carreira), que se consolidou no topo após conquistar o título no deserto californiano frente a Rybakina por 3-6, 6-3, 7 (8)-6 (6). Posição que a Sabalenka deverá manter, pelo menos, por mais dois meses.

No panorama nacional, Francisca Jorge subiu para o 190.º posto, mantendo-se como a número um portuguesa, seguida pela irmã Matilde, que ocupa agora a 245.ª posição.

No ranking masculino (ATP), o cenário é de contrastes para Portugal. Nuno Borges sentiu o peso da defesa de pontos e desceu para o 50.º lugar, embora se mantenha consolidado na elite. Em sentido inverso, Henrique Rocha protagonizou o maior salto da semana: subiu 38 lugares para se fixar no 131.º posto — recorde pessoal absoluto — impulsionado pelo título no Challenger de Brasília e pela final em Santiago. Jaime Faria também progrediu, situando-se agora em 157.º.

A elite masculina continua a ser liderada pelo espanhol Carlos Alcaraz, seguido de perto pelo italiano Jannik Sinner (campeão em Indian Wells) e pelo veterano sérvio Novak Djokovic. Destaque ainda para o regresso de Daniil Medvedev ao top-10, ocupando agora a 10.ª posição após a final na Califórnia. Na variante de pares, o português Francisco Cabral caiu para o 21.º lugar após a eliminação precoce no Masters 1.000, posicionando-se imediatamente acima do seu parceiro Lucas Miedler.