Ricardo Horta: «Nesta eliminatória é necessário meter as fichas todas»
Ricardo Horta está a realizar uma temporada de enorme qualidade e para o jogo dos quartos de final da Liga Europa, frente ao Betis, antecipou dificuldades.
«Estamos preparados, bastante motivados para jogar esta fase da Liga Europa, não é todos os anos que o SC Braga está nesta posição de defrontar o Betis nos quartos de final. O Betis é uma equipa muito competitiva, está em 5.º lugar da liga espanhola, uma das mais competitivas do mundo e por isso estamos preparados para mostrarmos aquilo que valemos», disse, em conferência de imprensa.
Já ao ser questionado sobre o facto de os espanhóis serem um dos favoritos à conquista da prova, o capitão dos arsenalistas fez uma finta como as que costuma fazer em campo.
«É um dos favoritos, tal como nós e todas as outras equipas que estão na competição. Têm qualidade, jogadores internacionais, mas trabalhamos e preparamo-nos para fazer um bom jogo que vai ser muito competitivo. Mas, a eliminatória não acaba amanhã, pois ainda há a segunda mão em Sevilha. Queremos fazer um jogo personalizado, com bola, demonstrando a capacidade que temos nesse momento e procurar levar um bom resultado para Sevilha», sublinhou o avançado português que sem descurar o que ainda falta jogar na Liga, lá confessou que o SC Braga tem de estar ao seu melhor nível nesta eliminatória.
«Ainda faltam alguns jogos na Liga. Nesta eliminatória que temos pela frente é necessário meter as fichas todas, pois é especial para o clube e para muitos jogadores que fazem parte do plantel, pois nem tinham jogado nesta competição e estarmos nesta fase aumenta a ilusão. Queremos que chegue a hora do jogo para mostrarmos a nossa qualidade.»
Ricardo Horta está muito perto de atingir números históricos em termos de golos e assistências, mas não é isso que o motiva.
«Não é um objetivo, prefiro ganhar todos os jogos do que marcar mais um golo ou fazer uma assistência. Coloco sempre o coletivo à frente do individual, claro que fazendo assistência ou golo a equipa fica mais perto de ganhar e é para isso que me pagam.»