Renato Marín (Nacional):  guardião de 20 anos chega à Madeira emprestado... pelo PSG. Guarda-redes ítalo-brasileiro tem a concorrência de João Gonçalves. João Gião optou mais vezes por Marín de início na pré-época
Renato Marín (Nacional): guardião de 20 anos chega à Madeira emprestado... pelo PSG. Guarda-redes ítalo-brasileiro tem a concorrência de João Gonçalves. João Gião optou mais vezes por Marín de início na pré-época

Renato Marín e o duelo dos 11 metros com Samu: «Gosto de provocar, é da minha personalidade»

Guarda-redes defendeu uma grande penalidade no jogo com o Vitória de Guimarães. Está emprestado pelo PSG, e está a gostar da experiência no Nacional

Renato Marín, guarda-redes ítalo-brasileiro de 20 anos que está emprestado pelo Paris Saint-Germain (PSG) ao Nacional, esteve em destaque na recente derrota por 0-1 da sua equipa diante do Vitória de Guimarães, ao defender uma grande penalidade cobrada por Samu.  

«Gosto de provocar o batedor, é da minha personalidade e graças a Deus consegui defender. Tenho de ajudar a minha equipa no máximo que eu conseguir, mas infelizmente não conseguimos», admitiu o guardião, como desconcentrou o médio do Vitória.  O guarda-redes imitou Kaique, que na última jornada da Liga 2025/26, também deteve um penálti de Samu: «Conheço-o, vi um pouco da temporada que ele fez. Dou o meu máximo nos treinos, foi o meu primeiro penálti na Liga, estou muito grato e é seguir por mais.»

Apesar da sua prestação individual, Renato Marín lamentou que o esforço do coletivo não tenha garantido pontos em Guimarães. «Sentimos, todos, que poderíamos pontuar, fazer mais. Sofremos o golo muito cedo e tivemos de correr o jogo inteiro. Foi uma boa reação, infelizmente não conseguimos, mas o importante é termos esse espírito, e trabalhar mais para nos próximos jogos não sofrermos golos no início», apontou.

Renato Marín está  adaptado e satisfeito pela escolha que deu à carreira. «É uma etapa nova, está a ser muito bom para a minha experiência e carreira, estou a gostar bastante e estou a aproveitar ao máximo os treinos e as oportunidades. O que mais o importa é a prestação da equipa e ganhar», afirmou, destacando também as diferenças entre as ligas de Portugal e  de França: «Em Portugal a Liga é muito disputada, todas as equipas lutam até ao fim, com um jogo bem diferente de França. É uma experiência nova, sinto-me mais em casa, é Portugal e falam a minha língua.»

No domingo o Nacional recebe o Estrela da Amadora na Choupana. «Só pensamos na vitória. Somos uma equipa muito competitiva e temos de pontuar. Perdemos o último jogo e agora esta partida é extremamente importante. Eles vão vir bastante motivados para conquistar pontos, mas vamos jogar com a calma, como jogámos todos os jogos, para conseguirmos levar os três pontos», garantiu.

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