Portugal perde com a Hungria no arranque da Liga Europeia
A Seleção Nacional feminina entrou esta sexta-feira em campo, em Vila do Conde, no grupo W da Liga Europeia. As portuguesas lutaram, mas não conseguiram surpreender a Hungria nos primeiros dois sets, fechados em 22-25 e 25-20.
No terceiro parcial, a equipa de Hugo Silva reagiu e teve mesmo seis pontos de vantagem (13-7), graças à melhoria de Ana Rui Monteiro no serviço e na finalização, e de Amanda Cavalcanti no bloco, só que na reta final as magiares foram mais fortes e fizeram mesmo o 3-0, com um 23-25.
A oposta Anett Németh assumiu-se como a principal arma ofensiva do encontro ao rubricar uns impressionantes 26 pontos no total, conseguindo 21 ataques ponto, 11 pontos de break e quatro blocos vencedores. A capitã Réka Bozóki-Szedmák secundou a sua compatriota com 10 pontos totais, destacando-se ainda na receção ao assumir 25 ações com uma eficácia positiva de 64 por cento.
Junto à rede, a central Alíz Kump também esteve em plano de evidência ao somar quatro pontos de bloco individuais num total de oito pontos na partida. Na distribuição, Brigitta Petrenkó amealhou três pontos, dois dos quais no bloco, ao passo que a líbero Petra Kertész estabilizou a segunda linha da formação magiar com um total de 12 receções efetuadas.
No que diz respeito a Portugal, as zona quatro Amanda Cavalcanti e Ana Rui Monteiro foram as unidades mais inconformadas na quadra, liderando a vertente pontuadora da formação lusa com 10 pontos conquistados cada uma. Cavalcanti esteve em grande evidência na rede ao rubricar quatro blocos vencedores e ao somar seis pontos de ataque com uma excelente eficácia de 60 por cento. Já Monteiro carregou o maior volume de jogo da equipa das quinas, destacando-se com sete pontos de ataque, dois blocos e um ás, além de ter sido o alvo preferencial do serviço húngaro ao contabilizar 37 receções efetuadas.
A oposta Julia Kavalenka também tentou agitar o xadrez ofensivo de Portugal, fechando a sua folha individual com oito pontos totais, fruto de sete ataques vitoriosos e um ponto de bloco. No apoio à segunda linha, Maria Lopes somou seis pontos e garantiu uma estabilidade importante com 58 por cento de receções positivas.
Por sua vez, as jogadoras Joana Garcez e Raissa Cassama contribuíram com cinco pontos cada uma para o pecúlio nacional. No cômputo geral da partida, Portugal registou um total coletivo de 46 pontos, alicerçados em 33 ataques eficazes, 11 pontos obtidos diretamente através do bloco e dois ases no serviço.