Mundial
Mundial
Messi avisa rivais e desvaloriza feito: «Nem sabia, não penso nos recordes»
«A esperança é a que temos sempre no início de cada competição oficial, especialmente quando se trata de um Mundial», afirmou o avançado após triunfo sobre a Islândia, no último jogo de preparação antes da prova.
«É um grupo muito competitivo, que quer sempre mais, que não facilita as coisas, e vamos para competir», acrescentou o astro argentino, deixando aviso: «Vamos tentar fazer tudo para chegar o mais longe possível. Esta seleção é competitiva e tem-no demonstrado há muitos anos. Para os adversários, será muito difícil defrontar a Argentina, porque é um grupo que está muito bem, muito forte, muito unido e que mantém a esperança intacta. Depois, pode acontecer ou não, mas que não tenham dúvidas de que vamos tentar.»
A nível individual, atirou: «Passou muito rápido, pelo meio houve muita competição, senti-me bem, nunca deixei de competir, de exigir mais de mim, e durante este tempo preparei-me bem para chegar da melhor forma. Foi natural não ter parado, ter estado na maioria dos jogos da seleção e, com o grupo sempre forte, tive a sorte de estar aqui mais uma vez.»
Numa reflexão sobre a carreira e o facto de ser referência para os mais novos, sublinhou: «Estou feliz, tranquilo, a desfrutar de cada momento, de cada treino, do dia a dia com os meus colegas. Acima de tudo, tento desfrutar como fiz no último [Mundial] que joguei.»
Aos 38 anos, 11 meses e 14 dias, Messi superou o recorde de Ángel Labruna, que datava de 1957, como o marcador mais velho da história da seleção argentina. No entanto, o jogador do Inter Miami desvalorizou o feito pessoal. «Vi isso agora e nem sabia. Como sempre disse, não penso nos recordes, nem em nada a nível individual, apenas nos objetivos coletivos», declarou.