A equipa leonina luta esta tarde pelo acesso aos quartos de final da Champions. Foto Sporting
A equipa leonina luta esta tarde pelo acesso aos quartos de final da Champions. Foto Sporting

Leão na Polónia com quatro golos e um sonho na bagagem

Leões visitam esta quinta-feira (17h45) o Wisla Plock para a segunda, e decisiva, 'mão' do 'play-off' de acesso aos quartos de final da Liga dos Campeões

O Sporting joga esta quinta-feira na Polónia pela continuidade na Liga dos Campeões de andebol. Os leões, comandados por Ricardo Costa, garantiram o triunfo por 33-29 no Pavilhão João Rocha e procuram agora selar a qualificação em solo polaco, depois de uma partida em que dominaram grande parte do encontro, tendo mesmo estado a vencer por 10 golos de vantagem.

O ponta islandês Orri Thorkelsson mostrou-se satisfeito com a margem conquistada, embora admita que poderia ter sido mais expressiva.

«Gostávamos de trazer uma maior vantagem para este jogo, mas na segunda parte tivemos um período onde perdemos algum ritmo», afirmou o jogador aos meios de comunicação do clube. O internacional sublinhou a exigência da competição. «Nesta fase da competição, ou, de forma geral, na Liga dos Campeões, as equipas são muito rápidas a castigar-nos quando isso acontece. De qualquer das formas, é bom trazermos quatro golos à maior».

O atleta reconheceu a diferença de jogar fora de casa, mas desvalorizou o peso do ambiente adverso, focando-se na importância da atitude da equipa.

«Temos um apoio fantástico quando jogamos em casa, no Pavilhão João Rocha, por isso claro que é diferente jogar fora. Ainda assim, as dimensões do campo são as mesmas. Continua a ser um campo de andebol, com dois árbitros e 14 jogadores», explicou. «O importante é levarmos para o segundo jogo a mesma mentalidade que tivemos no primeiro».

Apesar da vantagem, Thorkelsson considera que a eliminatória está em aberto e recusa atribuir favoritismo a qualquer uma das equipas.

«Nós ganhámos o primeiro jogo e, como é óbvio, esse é um factor importante. Porém, serão outros 60 minutos. Podemos dizer que estamos no intervalo do jogo e, em andebol, tudo muda muito rapidamente. Acho que há uma probabilidade de 50/50», analisou. No entanto, o islandês terminou com uma nota de otimismo: «São duas equipas muito boas, mas claro que acredito que podemos ganhar na Polónia. Esse é o nosso grande objectivo».