Inédito: PSG em crise sem precedentes com a administração qatari
O início de temporada caótico do PSG na Ligue 1 é inédito desde que o clube foi adquirido pela QSI, em 2011. Após a derrota de sexta-feira, em casa, frente ao Mónaco (1-2), os parisienses estão numa posição delicada, com um atraso de sete pontos para o líder do campeonato ao fim de apenas três jornadas.
Este é o maior fosso pontual registado nesta fase da competição desde o início da era qatari. Além disso, o PSG nunca tinha somado tão poucos pontos (apenas dois) nos três primeiros jogos da temporada. Atualmente no 12.º lugar, o pentacampeão gaulês e bicampeão europeu, que nas últimas cinco épocas iniciou quatro delas com um percurso imaculado, arrisca-se a ter a sua pior classificação de sempre sob a atual gestão.
Dependendo dos resultados do fim de semana, a equipa da capital pode cair ainda mais na tabela. Clubes como Nice, Lorient, Le Havre e Le Mans têm a possibilidade de ultrapassar os parisienses. No pior cenário possível, o PSG poderá terminar a jornada no 15.º lugar, uma posição idêntica à ocupada na temporada 2020/21.
Contudo, nessa época, a situação era ligeiramente diferente. O clube somava três pontos (uma vitória e duas derrotas) e estava a apenas seis pontos do líder de então, o Saint-Étienne. Recorde-se que nessa mesma temporada, o título escapou ao PSG, com o Lille de José Fonte, Tiago Djaló, Renato Sanches e Xeka a sagrar-se campeão por uma diferença de um ponto.
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