A Seleção Nacional carimbou o pleno de vitórias na fase de grupos do Euro 2026 em futsal com um triunfo sobre a Polónia (3-2). Foto: FPF

Euro 2026: não foi bonito, mas foi… pleno para Portugal

Portugal encerra fase de grupos do Euro 2026 com o terceiro triunfo em três jornadas - não deslumbrou, como havia feito ante Itália e Hungria, mas levou a melhor frente à Polónia (3-2). Segue-se a Bélgica, nos quartos de final

Missão cumprida para Portugal, que terminou a fase de grupos do Euro 2026 em futsal com um registo 100% vitorioso, porém na partida de encerramento do Grupo D não apresentou o brilhantismo de outras tardes – as goleadas sobre a Itália (6-2) e a Hungria (5-1) e teve de contentar-se com um triunfo suado ante a Polónia (3-2).

A Seleção Nacional até marcou primeiro, na primeira jogada coletiva de realce que conseguiu na partida, aos 6 minutos, numa finalização de Tomás Paço, na passada, a desviar para golo após uma abertura de Pauleta a partir de posição central. A vantagem poderia dar alento para mais uma goleada, mas… não foi o caso.

Já afastada de prova, na última posição do grupo, a Polónia apresentou-se sem pressão e igualou aos 14’, num livre direto em zona lateral apontado sabiamente por Sebastian Leszczak.

Os comandados de Jorge Braz – que cumpriu o 100.º jogo como selecionador nacional – reagiram de pronto e, após três boas ocasiões, retomaram a vantagem na partida num golaço de André Coelho, que atirou com força e colocação ao ângulo. Ainda assim, a Polónia continuava a discutir o resultado e voltou a empatar a dois minutos do intervalo, num fora muito bem trabalhado.

Kriezel bateu uma reposição lateral para o lado contrário e, de primeira, Zastawnik atirou para o 2-2, dando o mote para uma segunda parte que manteve o equilíbrio e alguns calafrios para a equipa portuguesa.

Sem nada a perder, a Polónia dispôs de boas ocasiões, tal como Portugal que, mesmo a realizar uma exibição pouco inspirada contou com a qualidade e voluntarismo de Ruben Góis, que aos 26’ atirou ao poste após um excelente apontamento individual e, já perto do final, chegou mesmo ao (decisivo) golo.

O pivot português não perdoou uma hesitação de Kriezel na tentativa de intercetar um cruzamento de Pauleta e atirou para o terceiro tento português, que concluiu uma tarefa que não foi bonita, mas foi… plena – três vitórias em três jornadas para a equipa das Quinas, que se concentra nos quartos de final do Euro, a disputar frente à Bélgica, este domingo.