E se o VAR verificar faltas, além de cantos?
Se as coisas correrem bem este sábado, no País de Gales, o futebol vai dar mais uns passinhos em frente no sentido da evolução. Mas vai dá-los devagarinho, conforme se aconselha à modalidade mais universal do mundo, cuja universalidade não é dissociável de uma certa permanência de regras muito simples (e por isso universalmente entendidas) ao longo de mais de um século, a caminho de dois.
Se tudo correr bem, as novas regras de VAR impedirão que volte a valer um golo como o de Hjulmand nos Açores, decorrente de canto manifestamente mal assinalado.
Não faria mal, porém, que o conceito se estendesse a livres que dão origem a golo. Qual é a diferença para um canto, afinal?
De chorar por mais
Pietuszewski é uma das grandes notícias de inverno em Portugal. Não é comum tanto atrevimento aos 17 anos.
No ponto
Oxalá a execução do Plano Estratégico da FPF 2024-2036 decorra de acordo com a elaboração do (bom) documento.
Insosso
A distribuição de verbas de solidariedade da UEFA não deveria ser tema de desunião entre os clubes portugueses.