Miguel Nogueira e os problemas técnicos no VAR durante o FC Porto-Arouca. Lusa/FERNANDO VELUDO

CJ 'chumba' protesto do FC Porto, que queria repetir jogo com o Arouca

Falha na comunicação com o VAR motivou protesto dos dragões

O Conselho de Justiça (CJ) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) julgou improcedente o protesto do FC Porto, que pretendia a repetição do encontro diante do Arouca, da quarta jornada da I Liga, que terminou empatado 1-1.

De recordar que, na ocasião, uma falha na comunicação VAR fez com que o árbitro do encontro, Miguel Nogueira, não tivesse oportunidade de ver as imagens de um lance em que tinha assinalado penálti a favor dos dragões, por pretensa falta sobre Taremi. Depois, ao comunicar através do sistema telefónico associado, seguiu a indicação do VAR, Rui Oliveira, e reverteu a decisão.

O FC Porto entendeu então que teria existido uma «violação das regras de jogo e um erro de direito com potencial impacto grave no desfecho do jogo», sustentando assim o protesto do jogo.

O acórdão do Conselho de Justiça refuta essa interpretação e descarta qualquer erro da equipa de arbitragem.