Benfica: futuro de Cuenca longe da Luz
O Benfica de Marco Silva está em marcha a todo o gás e no plano de mercado das águias está, depois da saída de Nicolás Otamendi (River Plate, em fim de contrato), sinalizada a necessidade da contratação de dois defesas-centrais. A SAD do Benfica pretende oferecer ao novo treinador um nome mais experiente e batido, para entrar de caras no onze e ser o patrão da defesa — à semelhança do que aconteceu nos últimos anos com Otamendi e Vertonghen, por exemplo —, e um outro mais jovem, com margem de progressão, para juntar a Tomás Araújo e António Silva como opções no setor, uma vez que está iminente a saída de Gonçalo Oliveira, da equipa B, para o Rennes.
No perfil do primeiro enquadrava-se o nome de Jorge Cuenca, espanhol que cumprirá em novembro próximo 27 anos e que trabalhou com Marco Silva no Fulham nas últimas duas temporadas, mas nunca como titular absoluto. Na primeira época fez apenas 12 jogos, na segunda 22, e o perfil do canhoto, com boa saída de bola desde trás, agradava ao novo técnico dos encarnados para a reconstrução do eixo defensivo, mas, sabe A BOLA, o negócio não terá pernas para andar.
O emblema londrino estava a apontar para valores a rondar os 20 milhões de euros para abrir mão do central formado no Barcelona e, nesta altura, um investimento desse montante para a SAD encarnada está fora de hipótese, pelo que o Benfica nem sequer avançou com negociações com o Fulham e já olha para outros alvos no mercado de centrais.