Desilusão dos jogadores do Tondela, depois da derrota frente ao Moreirense (0-2), em janeiro - Foto: Manuel Fernando Araújo/Lusa
Desilusão dos jogadores do Tondela, depois da derrota frente ao Moreirense (0-2), em janeiro - Foto: Manuel Fernando Araújo/Lusa

Ao terceiro será mesmo de vez para o Tondela?

Está difícil arranjar alguém que tire os auriverdes dos lugares de despromoção. Procura continua

Quando Ivo Vieira saiu, em novembro, o Tondela estava em penúltimo. Cristiano Bacci entrou e, volvidos quatros meses, saiu e a equipa ocupa a mesma posição. Só Aves SAD se mantém atrás.

O empate sem golos, precisamente, diante dos avenses marcou o fim de linha do segundo mister ao comando dos tondelenses e deu início a um novo ciclo nas beiras, com um novo treinador cujo nome ainda está por decidir.

Atualmente, o emblema beirão tem 20 pontos no campeonato. Ivo Vieira deixou o clube à 11.ª jornada, com seis. O italiano assumiu na ronda seguinte e nos 15 jogos para o campeonato realizados somou mais 14 pontos, naquilo que dá, em termos de média, quase um por jogo. Nesta estatística, o transalpino até veio trazer melhorias aos auriverdes.

Mesmo que nos últimos sete encontros a formação beirã só tenha perdido um (cinco empates e uma vitória), era preciso algo mais para tirar os beirões de posição tão delicada.

Cristiano Bacci começou mal, caindo da Taça de Portugal aos pés do Caldas (nos penáltis). No desafio seguinte, venceu o Gil Vicente (1-0), em Barcelos, e houve alento nas beiras. Seguiram-se três desaires seguidos e depois o primeiro triunfo do Tondela em casa esta temporada, frente ao Arouca. De seguida, mais três jogos a perder, até ao empate com o Benfica, que iniciou uma série de cinco jogos seguidos a pontuar.

Numa fase em que tudo parecia estar muito bem, houve o desaire contra o Rio Ave (0-1) e agora o empate com o lanterna vermelha, que ditou a situação atual do emblema auriverde, para o qual ainda se está a encontrar solução.