Samu assume frustração no Vitória: «No imediato, esperam-se respostas»
O capitão do Vitória, Samu, admitiu a frustração do plantel com o arranque de época, sublinhando a necessidade de a equipa começar a somar pontos para atingir os seus objetivos. As declarações foram proferidas à margem de uma visita à Escola Secundária Fernão de Magalhães, em Chaves, onde deu autógrafos e conviveu com os alunos daquela instituição, na companhia de Gustavo
«Obviamente que estamos frustrados com este arranque, não temos os pontos que desejamos», confessou o médio. Samu garantiu que o grupo trabalha diariamente para inverter a situação e que a resposta tem de ser imediata. «É começar a ganhar pontos porque assim é que conseguimos os objetivos. E os objetivos do Vitória passam sempre por lugares cimeiros. Não muda, o ADN do Vitória é esse e é para isso que vamos lutar em todos os jogos», reforçou.
O jogador explicou como o balneário lida com o sentimento de desapontamento, tentando limitar o seu impacto. «Há frustração, mas a maneira como lidamos é tentarmos que não dure mais do que um ou dois dias, porque sabemos que o pensamento negativo.... Bem, vai trazer mais coisas negativas do que positivas», afirmou. Como capitão, a sua mensagem para o grupo é de confiança no trabalho desenvolvido. «É manter esse caminho, às vezes acaba a ser um bocadinho difícil por causa dos resultados, mas temos que ter cabeça fria e pensar no jogo a seguir para acertar e conquistar pontos».
Sobre a pausa nas competições, Samu considera que pode ser benéfica «para digerir» a frustração e «alinhar algumas coisas», embora reconheça que a vontade do plantel era dar uma «resposta muito rápida» em campo.
A visita à cidade transmontana inseriu-se numa iniciativa social do clube, aproveitando o jogo de amanhã entre o Chaves e o V. Guimarães, às 19h30, no Municipal. O capitão elogiou a iniciativa. «Acho que é uma iniciativa muito positiva e muito importante. Já vamos na décima edição e isto é para levar o nome do Vitória ainda além da cidade e a vários pontos de Portugal», disse, destacando o respeito que o clube merece na cidade transmontana, possivelmente devido às «semelhanças, pelo facto de serem muito bairristas».
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