Rui Borges, treinador do Sporting - Foto: Miguel Nunes
Rui Borges, treinador do Sporting - Foto: Miguel Nunes

Rui Borges e o amarelo a Suárez: «Pensei que ia dar o cartão branco»

Treinador do Sporting também falou sobre lesão de Nuno Santos

Rui Borges, treinador do Sporting, analisou a vitória em Alverca, por 4-1, na 27.ª jornada da Liga.

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«Era importante darmos uma resposta, sabíamos que a frescura e a energia não ia estar como no jogo da Champions. Foi um desgaste físico e mental grande, mas a equipa estava ligada. Sabíamos que tínhamos de ganhar e que ia ser um jogo difícil. Fomos adormecendo o jogo depois do golo e fomos deixando o Alverca acreditar. Há um lance de perigo, um cabeceamento ao lado da nossa baliza. A equipa esteve minimamente ligada, tentámos falar sobre pequenos aspetos ao intervalo. No fim da primeira parte estávamos a exagerar no jogo interior. Entrámos bem na segunda parte. Fizemos uma segunda parte soberba com bola e sem bola. Foi uma segunda parte melhor do que a primeira», começou por referir, aos microfones da Sport TV, abordando a saída de Nuno Santos devido a lesão.

«O Trincão foi toque, foi pisado. O Nuno deve ser muscular. É o risco de uma paragem tão longa dele. Fico triste, porque tem lutado imenso para voltar. Faz parte e há que levantar a cabeça e trabalhar sobre a recuperação. Mais do que ninguém, é mentalmente forte. O Pote foi cãibra e preferimos não correr riscos. Apenas isso», apontou, comentando sobre o amarelo mostrado a Luis Suárez, depois de o avançado ter dito que não tinha sofrido falta para penálti.

«Não faz simulação nenhuma e estava a dizer que poderia não ser penálti. Pensei que ia dar o cartão branco [para premiar o fair-play], agora é usual e era merecido, mas são coisas do futebol. Toda a gente erra», atirou, sendo questionado sobre o SC Braga-FC Porto: «Vou jantar tranquilo com a minha família, feliz pela vitória e é descansar estes dias, nesta paragem de seleções. É importante recuperar a malta que fica.»