Pedro Proença, João Azevedo, edil de Viseu e José Carlos Lopes, presidente da AF Viseu - Foto: FPF
Pedro Proença, João Azevedo, edil de Viseu e José Carlos Lopes, presidente da AF Viseu - Foto: FPF

Pedro Proença: «Há uma união para a construção de um futebol português mais positivo»

Presidente da FPF reiterou ambição de vencer o Campeonato do Mundo de 2026 e «união» que pauta as relações ente todos os atores desportivos

Pedro Proença voltou a destacar o crescimento do futebol português. O presidente da Federação Portuguesa de Futebol defendeu a importância da estabilidade estrutural para potenciar a comunhão entre todos os atores desportivos.

«2025 ficou marcado pela história. Vencemos em todas as vertentes. Aconteceu por que existe um trabalho estruturado, que passa pelo movimento associativo, associações de classe, Liga Portugal e os clubes do Futebol Profissional. Existe uma simbiose, por vezes com divergências de pensamento, mas há uma união em relação ao fundamental: a construção de um futebol português mais positivo», frisou Proença, no final de uma reunião de Direção da FPF, que decorreu em Viseu.

Pedro Proença e João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu - Foto: FPF

O presidente da FPF, à boleia das conquistas do passado, considerou que «o futebol português vive uma realidade distinta e diferenciada». A «ambição» e «responsabilidade» de Pedro Proença refletem-se na esperança na primeira conquista mundial lusa, nos EUA, México e Canadá, já este verão.

«Vamos ser candidatos a ganhar o Campeonato do Mundo. Com este conjunto de jogadores, estrutura profissional que a FPF tem hoje e o trabalho feito pelos clubes e por toda a comunidade, temos de assumi-lo sem qualquer preconceito», salientou. Pedro Proença destacou ainda a «mentalidade de uma federação grande, que se quer impor» e que «entra para ganhar, em qualquer vertente».

O presidente da FPF voltou a assumir a ambição de conquistar o Campeonato do Mundo no final de uma iniciativa que também marcou o início da celebração das comemorações do centenário da Associação de Futebol de Viseu. O dirigente destacou a importância do processo de descentralização com vista a «unir o futebol, as suas bases, o futebol profissional e as autarquias».