«Peço desculpa a Vilaça, mas é preciso ser ‘cão’ para algumas vitórias»
Apesar de ter alcançado o objetivo principal, sagrar-se campeão do Mundo, Vasco Vilaça não calou a revolta pela forma como perdeu o sprint final para Matthew Hauser, a quem sucedeu como campeão.
O português mostrou logo o descontentamento ao adversário, instantes após a conclusão da corrida, e já nesta segunda-feira definiu como «o maior anti-fair play» que já viu.
E quando confrontado com a forma como geriu o sprint que lhe permitiu ganhar a prova em Pontevedra, ainda que insuficiente para renovar o título Mundial, o australiano assumiu que… não foi inocente.
WHAT A SPRINT FINISH! 🤯
— World Triathlon (@worldtriathlon) September 27, 2026
Hauser gets GOLD with Vilaca only a fraction of a second behind! 👀 #Triathlon #WTCFPontevedra pic.twitter.com/xF0R2WewZY
«Acabámos por ser um pouco agressivos no final, com um empurra-empurra. Peço-lhe desculpa, porque empurrei-o um pouco para chegar à meta à frente», declarou, aos microfones da ABC do seu país.
Apesar do pedido de desculpas, porém, Hauser não se mostrou totalmente arrependido, defendendo que faz parte da competição.
«Por vezes temos de fazer este tipo de coisas para vencer, é preciso ser um pouco ‘cão’. Eu não tinha perdido nenhum sprint para ele esta época e não queria perder agora», justificou, antes de elogiar o português: «Mas temos de dar os créditos ao Vasco. Que campeão!».
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