Oskar Pietuszewski: «Tudo o que for possível ganhar será bem-vindo»

Reforço, que ainda aguarda luz verde da FIFA para fazer a estreia pelos dragões, deu uma entrevista em polaco transmitida no YouTube do FC Porto

Oskar Pietuszewski ainda está a digerir a mudança, mas não tem dúvidas de que escolheu o momento indicado para dar o salto. O extremo polaco, de 17 anos, novo reforço do FC Porto, mas com estreia adiada até surgir autorização da FIFA para a transferência se concretizar, admite que a saída do Jagiellonia está a ser emocionalmente intensa, mas sente que chegou a altura de abraçar um novo desafio. Foi isso mesmo que disse numa entrevista em polaco transmitida no YouTube do FC Porto.

«Este primeiro momento da mudança de ambiente é difícil para mim, mas sinto que este é o momento certo para o fazer», confessa, lembrando sempre a cidade que o viu crescer. «Białystok será sempre o lugar para onde posso voltar e onde tenho a minha família. Vou lembrar-me sempre de que Białystok me criou e será sempre a minha cidade natal.»

Acho que seria uma honra enorme [ser símbolo de Białystok. Vou trabalhar arduamente para isso

A ligação à terra é tão forte que Oskar não esconde a ambição de um dia ser um dos símbolos da cidade. «Acho que seria uma honra enorme. Vou trabalhar arduamente para isso. Espero que um dia isso aconteça, mas, por agora, foco-me no aqui e no agora. O futuro o tempo dirá», afirma, com os pés assentes no presente, mas olhos postos num estatuto que quer conquistar em campo.

Kiwior e Bednarek já cá estão há algum tempo. Será certamente uma grande ajuda para mim, tanto na integração na equipa como para me explicarem como as coisas funcionam na cidade e as rotinas do clube. É, sem dúvida, um apoio de enorme valor

No Dragão, Oskar Pietuszewski sabe que não está sozinho. A armada polaca que já encontrou no balneário, com Bednarek e Kiwior, será um apoio determinante nesta fase de adaptação: «É extremamente útil. Eles já cá estão há algum tempo e sabem como tudo funciona. Será certamente uma grande ajuda para mim, tanto na integração na equipa como para me explicarem como as coisas funcionam na cidade e as rotinas do clube. É, sem dúvida, um apoio de enorme valor.»

Quero fazer o maior número possível de jogos, golos e assistências, mas, principalmente, ganhar troféus, porque é por esse prisma que os clubes são avaliados

O extremo, oitavo polaco a representar o FC Porto, lembra ainda o peso da camisola que vai vestir e o legado que quer deixar. «Acima de tudo, quero fazer o maior número possível de jogos, golos e assistências, mas, principalmente, ganhar troféus, porque é por esse prisma que os clubes são avaliados. Tudo o que for possível ganhar, tanto a nível coletivo como individual, será muito bem-vindo da minha parte», garante.