Gigante FC Porto bate o Barcelona e é campeão europeu!
Uma entrada de dragão colocou o FC Porto em vantagem de dois golos, que se revelou decisiva para a conquista da Liga dos Campeões pela equipa portuguesa, vencendo o Barcelona na final, por 3-1, este domingo, em Coimbra.
O FC Porto não poderia ter desejado melhor arranque de jogo. Logo no primeiro minuto fica em vantagem número devido a cartão azul a Marc Grau. O jogador do Barça foi suspenso dois minutos e os dragões dispuseram de um livre direto, que Carlo di Benedetto não aproveitou, permitindo a defesa a Sergi Fernandez.
No entanto, no minuto seguinte, ainda em situação de power play, os azuis e brancos inauguraram o marcador, por Rafa, que correspondeu na perfeição a uma assistência de Gonçalo Alves numa jogada de dois para um.
O campeão português estava a jogar hóquei ofensivo desenfreado e aos oito minutos aumentou a vantagem com um remate fortíssimo de longa distância de Gonçalo Alves, em que a bola ainda sofre desvio num defesa do Barça.
Entrada de dragão que durou dez minutos, além até dos dois minutos em que a equipa esteve em desvantagem numérica, por cartão azul a Telmo Pinto, por rasteirar um adversário quando a bola não estava a ser disputada pelos jogadores. O Barcelona, em power play, mas foi o FC Porto a continuar a dominar.
Seguiu-se uma fase mais calma do jogo, com o FC Porto a começar a controlar a vantagem... com bola, como pediu o treinador Paulo Freitas no tempo técnico. Teve de esperar-se pelos últimos 10 minutos para se assistir à primeira grande defesa de Xavi Malián. O Barcelona estava perigoso e a sete minutos do intervalo, em power play, por cartão azul a Hélder Nunes, os catalães dispuseram de duas grandes oportunidades de golos dos catalães. E ainda uma terceira, em que a bola foi devolvida pelo poste da baliza de Malián, com o FC Porto praticamente restringido ao contra-ataque.
Ao terceiro minuto após o intervalo, após um lance confuso junto à baliza do FC Porto, a equipa de arbitragem, depois de análise no VAR, assinala penálti para o Barcelona, que Ignacio Alabart não desperdiça, relançando a final.
Nos primeiros dez minutos da segunda parte, os portistas estiveram duas vezes em power play, mas não conseguiram voltar a marcar nestas situações de vantagem numérica.
Os dragões começaram a tentar congelar o jogo, esgotando o tempo limite de ataque, e tiraram proveito a menos de quatro minutos do final do jogo, quando Telmo Pinto arrancou uma jogada individual e serviu a taça (dos Campeões) em bandeja dourada, marcando o terceiro golo. No último lance da partida, Hélder Nunes ainda falhou um livre direto, mas o título estava conquistado.