Estrela do PSG revela onde quer jogar a seguir: «É o clube do meu coração»
Marquinhos revelou esta quarta-feira, em entrevista ao UOL, que um regresso ao Brasil é uma forte possibilidade após o término da sua carreira na Europa, apontando o Corinthians como o seu destino de eleição. O central do PSG, recorde-se, foi formado no clube paulista, do qual saiu em 2012, com apenas 18 anos, para a Roma.
O defesa abordou o seu futuro, explicando que o vínculo que o liga aos parisienses é válido até junho de 2028, o que significa que um eventual regresso ao futebol brasileiro poderia acontecer aos 33 anos, uma idade em que ainda se sentiria em plena forma física e técnica.
Marquinhos sublinhou a importância de regressar em alto nível, especialmente devido à pressão associada a representar o Timão. «Tenho mais dois anos de contrato com o PSG e depois vamos ver. Se eu for voltar um dia para o Brasil, quero voltar bem. E, no Brasil, é muita pressão, principalmente, na equipa para a qual eu gostaria de voltar, que é o Corinthians. É o clube do meu coração, criado desde menino no Parque São Jorge. Mas não dá para voltar a cair aos pedaços», vincou.
Recorde-se que a passagem do aleta pela equipa principal do Corinthians foi breve. O jogador foi vendido aos romanos depois de realizado somente 15 jogos oficiais pelo conjunto da terra natal, nos quais registou uma assistência. O maior título que conquistou no clube foi nas camadas jovens, onde venceu a Copinha, em 2012.
Apesar da curta estadia, o carinho pelo clube permanece intacto. «Se um dia eu voltar ao Brasil, com certeza o Corinthians vai ser uma prioridade. É o clube que me abriu as portas, onde tudo começou. Tenho um carinho enorme e gostaria muito de vestir essa camisola novamente», explicou.
O defesa recordou ainda a sua saída, que na altura contrariou a vontade do então treinador Tite. «O Tite queria que eu ficasse. Acabou por surgir a oportunidade, na época a proposta era muito boa e o treinador da Roma disse-me que esperaria até ao último dia do mercado. O Corinthians nunca se desfez de mim. Acabaram por acontecer algumas coisas de mercado e fui vendido. A princípio foi empréstimo, mas comecei a jogar rápido, o Leandro Castán tinha acabado de chegar também, e deu tudo certo», concluiu.