Carlos Vicens dá indicações à equipa na primeira parte do jogo com o Benfica na Luz — Foto: Miguel Nunes
Carlos Vicens dá indicações à equipa na primeira parte do jogo com o Benfica na Luz — Foto: Miguel Nunes

Carlos Vicens: «A equipa juntou-se e sobreviveu»

Treinador do SC Braga reconheceu que o Benfica poderia ter marcado mais golos

Carlos Vicens, treinador do SC Braga, destacou o espírito de equipa no empate com o Benfica na Luz. Falou do objetivo do quarto lugar alcançado e de uma equipa no limite.

— Que análise faz ao jogo?
— Foi um jogo difícil, contra um adversário que nos tornou as coisas complicadas do início ao fim. Benfica, obviamente, teria de procurar a vitória, mas nós também porque queríamos fechar o mais depressa possível o quarto lugar e não depender da última jornada, na qual tudo pode acontecer. A equipa fez um esforço tremendo. Estamos quase no limite neste fim de temporada. E a equipa fez um esforço tremendo para aguentar as constantes investidas do Benfica e também teve personalidade para controlar a bola e tentar atacar. Destaco o esforço do grupo, somos uma equipa solidária, competitiva e difícil para os adversários. Apesar de o Benfica nos ter criado dificuldades e poder ter marcado vários golos. Em momentos muitos difíceis a equipa juntou-se e sobreviveu. Conseguimos um ponto que nos dá o quarto lugar. Estamos contentes porque foi temporada longa de muito esforço. Parabéns à equipa.

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— Apostou em Gabri Martínez. A ideia era construir no meio para atacar na profundidade?
— Sim, controlar sempre o meio-campo e ter armas que nos permitissem progredir no jogo e ter jogadores que pudessem chegar à área com perigo, encontrar Fran Navarro na área e aproveitar a velocidade e drible dele. Também estava no limite, lesionou-se com o Casa Pia, recuperou rápido, noutro dia jogou 20 minutos.

— A ausência de Zalazar tem a ver com as notícias dos últimos dias?
— Não. No primeiro treino depois de Friburgo, sábado, chegou com um processo febril, tivemos de recorrer a penincilina, está a tomar antibióticos porque tem amigdalite. Mandámo-lo para casa. Hoje ainda não estava a 100 por cento. E como também vinha de uma lesão não muito distante havia o risco, por o corpo não estar bem, de ter uma recidiva. Optámos por utilizá-lo na segunda parte, correu e lutou como os outros.

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