Benfica e o desafio de gerir as lesões no ombro
O Benfica informou que Richard Ríos sofreu uma luxação anterior traumática do ombro direito durante o jogo da Taça de Portugal frente ao FC Porto, no Estádio do Dragão. É uma das lesões mais comuns nas articulações do corpo humano e está associada à prática desportiva. Não propriamente ao futebol.
É uma das lesões mais comuns nas articulações do corpo humano e está associada à prática desportiva.
A luxação ocorre quando a cabeça do úmero (osso do braço) se desloca da cavidade glenóide (a parte da escápula onde deveria encaixar). No caso da luxação anterior, o úmero move-se para a parte da frente do corpo com possível rotura de estruturas como ligamentos e cápsula articular.
Os encarnados para já preferem descartar a cirurgia e optar por avaliar diariamente a evolução clínica do jogador internacional colombiano para, posteriormente, tomar uma decisão mais concreta.
Tanto o tratamento cirúrgico como o conservador são opções viáveis e ponderadas caso-a-caso.
A preferência do atleta do Benfica neste caso também desempenha um papel importante na tomada de decisão para o tratamento, isto porque tanto o tratamento cirúrgico como o conservador são opções viáveis e ponderadas caso-a-caso.
Após a primeira luxação traumática do ombro anterior, a articulação pode tornar-se mais instável
Por outro lado, após a primeira luxação traumática do ombro anterior, a articulação pode tornar-se mais instável e continuar a deslocar-se, de forma progressivamente mais simples. Não há informação clínica pública para saber se esta foi a primeira vez que aconteceu.
No mesmo dia em que Richard Ríos se lesionou, outro jogador do Benfica, João Veloso, foi submetido a uma intervenção cirúrgica para tratamento de instabilidade anterior do ombro. O mesmo diagnóstico. Tal como tinha acontecido com Tiago Gouveia. Este ano, Sudakov já ficou indisponível por lesão no ombro e Enzo Barrenechea ainda está em recuperação após lesão no treino, também no ombro.