«É melhor dependermos de nós»

Barcelona 07-12-2021 18:11
Por Redação

O Barcelona discute o acesso aos oitavos de final da Liga dos Campeões nesta quarta-feira, em Munique. Um destino onde nunca venceu e ao qual chega com a sombra de poder ser ultrapassado pelo Benfica, que recebe o D. Kiev, na derradeira jornada do grupo H.

 

«O outro jogo? No caso de não ganharmos, ficamos à espera do resultado do Benfica, que também tem de vencer. Mas prefiro pensar que é melhor e mais importante dependermos de nós… e somar três pontos. Se assim for, estaremos classificados», comentou Xavi Hernández, na antevisão do encontro com a formação germânica.

 

Ainda assim, os blaugrana vão ter pela frente «uma das melhores equipas do mundo». «Sabemos disso. Vai ser uma final. Mas estamos cheios de vontade de que o desafio comece. Temos as nossas armas. Se será um milagre conseguir o apuramento? Dependerá de como o jogo decorrer, mas estamos aqui para atacar e ganhar», prometeu o treinador do emblema espanhol.

 

As dúvidas quanto às reais possibilidades do Barça são grandes, ao ponto de justificar o desafio de um dos jornalistas que acompanhou a conferência de imprensa: estaria Xavi de acordo com a eliminação na Champions desde que garantisse o acesso à próxima edição da prova pelo campeonato?

 

«Estamos a trabalhar para ganhar este jogo e chegar aos oitavos. É esta a nossa realidade. Sim, a liga pode dar-nos outras competições, mas não abdicamos de nada. Somos o Barcelona e queremos vencer tudo! Esta é uma oportunidade muito boa de fazer história: por que razão não podemos conseguir a primeira vitória em Munique?», atirou.

 

Lamentando o facto de a partida se disputar à porta fechada – «Não nos beneficia em nada. Jogamos para o público e gostamos de sentir o ambiente. Vai estar ainda mais frio…» –, Xavi falou ainda de uma ameaça chamada… Lewandowski.

 

«Se não é o melhor avançado do mundo, é um dos melhores. Os números estão aí, sobretudo nos últimos anos. E não falo só de golos! É muito completo, top na sua posição. Vai exigir de nós um bom trabalho da retaguarda e de uma boa proteção à defesa também. Queremos um bloco defensivo mais alto do que baixo para tirá-lo da área. Aí, ele é terrível», concluiu.

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