Falta menos de um mês para se decidir quem sucede a António Miguel Cardoso no D. Afonso Henriques (IMAGO)

V. Guimarães: que comece a corrida às eleições mais concorridas de sempre

As quatro candidaturas às eleições do Vitória de Guimarães, marcadas para 13 de junho, foram entregues esta quinta-feira à Mesa da Assembleia Geral

Os quatro candidatos à presidência do Vitória de Guimarães - Belmiro Pinto dos Santos, Júlio Vieira de Castro, Rui Rodrigues e Viriato Sampaio - entregaram as respetivas lista (todas elas com um número de assinaturas de sócios acima das 300 necessárias), para concorrerem ao sufrágio de 13 de junho, que se realiza na sequência da demissão de António Miguel Cardoso.

Júlio Vieira de Castro foi o primeiro a apresentar-se no Estádio D. Afonso Henriques, por volta das 14h30. Candidato à presidência do emblema vitoriano pela primeira vez em 2018, o engenheiro mecânico disse que «não podia virar as costas» a um desafio que considera «maior» do que o de há oito anos e confirmou a entrega de um pedido de reunião para apurar a realidade financeira da instituição.

Seguiu-se Belmiro Pinto dos Santos, pelas 15h30, prometendo igualmente dirigir uma série de perguntas à Mesa da Assembleia Geral (MAG) e à direção em exercício sobre o estado financeiro do clube e da SAD. O advogado é o ex-presidente da MAG e, por isso, afirma ter «um conhecimento global» do emblema minhoto.

Às 16h30, foi a vez de Viriato Sampaio, que afirmou, aos jornalistas, ter «bastantes dados», quanto à situação financeira do clube e da SAD, restando-lhe conhecer detalhes que devem ser transmitidos «transversalmente a todas as listas». O economista realçou que o Vitória é um clube com margem para gerar mais receitas.

O último foi Rui Rodrigues, atual vice-presidente para a área financeira e administrador da SAD. O dirigente vitoriano afirmou saber o que foi «bem feito» nos mandatos de António Miguel Cardoso, mas também «o que está por fazer e o que tem de mudar», acrescentando que não se trata de um projeto de continuidade, mas sim de evolução, uma vez que «a continuidade repete e a evolução melhora».

A MAG terá agora de validar as candidaturas e sortear a ordem das listas no boletim de voto para as eleições mais concorridas da história do clube, superando os escrutínios de 2007, 2019 e 2022, com três listas cada um.

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