Cristiano Ronaldo ainda em trânsito entre viagens ao serviço da Seleção - Foto: IMAGO
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«Mesquinhices e paroladas no sentido de minimizar a obra de Ronaldo»

Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira, com mensagem de apoio a CR7

Miguel Albuquerque, presidente do Governo Regional da Madeira, manifestou um apoio inequívoco a Cristiano Ronaldo na sequência do abandono do estágio da Seleção Nacional, em Copenhaga, na quarta-feira. À margem da inauguração e entrega de chaves de 20 habitações de renda acessível no concelho de Câmara de Lobos, o governante considerou que o capitão da equipa das quinas está a ser vítima de «mesquinhices e paroladas».

«Nós, aqui na Madeira, apoiamos o Ronaldo», garantiu o chefe do executivo regional, sublinhando o impacto global do internacional português: «É o português mais conhecido no mundo. Ronaldo foi um jogador que promoveu e prestigiou Portugal ao longo de uma carreira com mais de 25 anos. Ou seja, é um dos portugueses que mais prestigiou Portugal. Durante todos estes anos foi o melhor jogador do mundo, ganhou tudo o que havia para ganhar e deu um enorme contributo à seleção portuguesa.»

Relativamente à saída prematura dos trabalhos da seleção em solo dinamarquês, o líder insular não poupou nas palavras e justificou a atitude do jogador. «Devem tê-lo chateado, fez ele muito bem», apontou, reforçando que «ninguém tem pachorra» para lidar com «estas mesquinhices e paroladas no sentido de minimizar a obra dele, aquilo que ele é».

Apesar de reconhecer que o avançado «não tem sempre razão», Albuquerque frisou que o seu legado permanecerá intocável no tempo, ao contrário do ruído circunstancial.

«O que interessa, neste momento, é Ronaldo manter aquilo que sempre foi: um jogador de primeira linha e um português que representou o nome do país e projetou o país para além fronteiras de uma maneira que nenhum outro o fez. Daqui a 30 anos ninguém sabe quem foi o selecionador, ninguém sabe quem estava à frente da Seleção portuguesa de futebol, ninguém sabe quem é que comentava o futebol, e toda a gente daqui a 30, 40 e 50 anos vai saber quem é o Ronaldo. É a diferença entre a grandeza e a mediocridade», concluiu.

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