Gabri Veiga saiu com queixas do
clássico contra o Benfica. O espanhol 
sofreu um estiramento, sem gravidade — Foto: Catarina Morais/Kapta+
Gabri Veiga saiu com queixas do clássico contra o Benfica. O espanhol sofreu um estiramento, sem gravidade — Foto: Catarina Morais/Kapta+
Adicione A BOLA às suas preferências do Google

Mais estabilidade, menos lesões: a meta do FC Porto após as mini-férias

Samu e Pietuszewski servem de referência nos processos de recuperação. Martim Fernandes e Gabri Veiga deverão estar aptos para a deslocação ao terreno do Marítimo. Vários para resolver

O FC Porto recuperou Samu e Oskar Pietuszewski a tempo do clássico com o Benfica, naquele que foi o nono jogo oficial da época. Contudo, ainda há caminho a percorrer no que toca ao grupo de lesionados e condicionados do plantel dos azuis e brancos, um aspeto destacado por André Villas-Boas quando o líder portista falou à margem do 'Portugal Football Globes'.

Os casos clínicos no FC Porto

Galeria de imagens 8 Fotos

Para o presidente, o FC Porto precisa de ganhar ainda mais estabilidade e «evitar o ruído» gerado pelo acumular de problemas físicos. «Temos de evitar as lesões porque é um dos fatores principais que pode criar ruído numa caminhada para o título. Temos de controlar a prevenção de lesões e ter sempre o plantel disponível porque o plantel é bom e o treinador é também ele muito bom.»

O internacional espanhol voltou 223 dias depois de ter rompido totalmente o ligamento cruzado anterior do joelho direito. Foi operado em Madrid e cumpriu uma longa recuperação, com trabalho diário com a equipa de saúde do FC Porto e sem férias. Após jogar 15 minutos num particular com a Académica, recebeu luz verde médica para entrar, aos 85 minutos. O regresso aconteceu cerca de dois meses antes do previsto.

Oskar também entrou aos 85 minutos, estreando-se oficialmente em 2026/27. O extremo polaco recuperava de uma lesão muscular na coxa direita, sofrida na pré-época e que sofreu uma recaída. O FC Porto geriu o caso com paciência: apesar de ter retomado o trabalho com a equipa, a prioridade foi evitar um novo agravamento. Os dois regressos no mesmo clássico, vencido por 3-1, assinalaram o sucesso de processos de recuperação exigentes e distintos.

Sem folgas durante a semana de descanso concedida por Farioli, um grupo de oito lesionados foi seguido no Olival. Gabri Veiga permaneceu no complexo, em Vila Nova de Gaia, apesar de ter apenas passado por um susto no clássico. O médio espanhol saiu pouco depois de abrir o ativo no FC Porto-Benfica, em lágrimas, receando ter sofrido uma rotura muscular. Tratou-se apenas de um estiramento. A expectativa — quase uma certeza — é que esteja apto para a deslocação ao terreno do Marítimo, a 10 de outubro.

A situação clínica no campeão nacional mantém, porém, vários casos que limitam o trabalho e tiram profundidade ao plantel. João Costa recupera de uma lesão meniscal no joelho esquerdo, que motivou uma astroscopia e no Olival ficou apenas Cláudio Ramos. Nehuén Pérez sofreu uma lesão muscular na coxa direita. Zaidu e Fofana têm problemas nos adutores, respetivamente na perna direita e na esquerda.

Vasco Sousa continua em treino condicionado após a fratura do perónio e as complicações na recuperação. André Miranda, afastado desde março, também regressou ao treino condicionado, devido a uma lesão na coxa esquerda. Martim Fernandes foi dispensado dos sub-21 com uma contusão num gémeo, sofrida no clássico. Deste lote, há sólidas esperança de que Martim regresse aos treinos esta semana, após as mini-férias. Seko Fofana, mesmo reagindo bem aos tratamentos, não será opção para o Marítimo e o Betis, entrando para o grupo dos casos mais demorados.

A iniciar sessão com Google...