Talentoso argentino falou do especial e do estranho que é ver a estrela maior da Argentina despedir-se da seleção

Os bilhetes para o último jogo de Lionel Messi ao serviço da Argentina, agendado para 6 de outubro contra o Benim, esgotaram em apenas uma hora e meia. A partida, que terá lugar no Estádio Monumental de Núñez, em Buenos Aires, casa do River Plate, promete ser uma grande festa de homenagem ao capitão, com lotação esgotada para cerca de 85 mil espectadores.

A venda dos ingressos começou na quinta-feira, por volta das 18h locais, através do site Deportick. A procura foi de tal forma avassaladora que, 90 minutos depois, já não havia bilhetes disponíveis. A confirmação oficial de que os ingressos estavam esgotados foi feita pela plataforma de venda às 19h50.

Segundo o diário argentino Olé, a corrida aos bilhetes gerou longas filas de espera virtuais e inúmeras queixas nas redes sociais. Muitos utilizadores relataram que, poucos segundos após o início das vendas, foram informados de que teriam de esperar mais de uma hora para aceder à compra, enquanto outros viam os bilhetes esgotar-se antes mesmo de conseguirem entrar na plataforma.

Os preços variaram entre 90 mil e 480 mil pesos argentinos, o que corresponde a valores aproximados entre 51 e 275 euros. É importante notar que, embora o estádio do River Plate tenha capacidade para 85 mil pessoas, uma parte significativa dos bilhetes é distribuída pela AFA (Associação de Futebol Argentina) a patrocinadores e entidades ligadas à organização.

Prevendo a enorme procura, foi anunciada a criação de uma Fan Fest na Cidade Universitária, a poucos metros do estádio, para que mais adeptos possam participar nas celebrações da despedida de Messi.

Note-se que ainda antes deste jogo de homenagem, a seleção argentina disputará outros dois encontros amigáveis. O primeiro será contra a Bolívia, a 30 de setembro, em Córdoba, e o segundo frente ao Burquina Faso, a 3 de outubro, também no Monumental. 

Estes dois jogos terão a lotação limitada a 50% devido a uma sanção imposta pela FIFA, após comportamentos de jogadores da seleção no Mundial 2026, ao contrário do jogo com o Benim, que contará com casa cheia.

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