Di María voltou a brilhar numa final e venceu a Supercopa Internacional com o Rosario Central (IMAGO)
Di María voltou a brilhar numa final e venceu a Supercopa Internacional com o Rosario Central (IMAGO)
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Di María brilha e ganha Supercopa Internacional que acaba... ao soco (vídeo)

Confusão entre jogadores após o apito final e Verón, presidente do Estudiantes, a encarar o árbitro após derrota com o Rosario Central

Com Ángel di María em grande, o Rosario Central conquistou a Supercopa Internacional, frente ao Estudiantes, com uma vitória por 3-1.

A equipa de La Plata até marcou logo no primeiro minuto, por Alexis Castro, na sequência de uma transição rápida pela esquerda.

O Rosario empatou ao minuto 26, com um golaço de livre assinado por Di María, a bater o experiente guarda-redes uruguaio Fernando Muslera.

Nascido para marcar em finais, mesmo aos 38 anos de idade, o antigo jogador do Benfica deu a volta ao marcador no período de compensação da primeira parte, na conversão de um penálti.

O Rosario Central sentenciou a final com um golo de Julián Fernández ao minuto 90+6: uma trivela logo depois da linha do meio-campo, a aproveitar que Muslera estava longe da baliza.

O jogo terminou pouco depois, mas com cenas de violência: socos trocados ainda no relvado, e depois no túnel de acesso aos balneários.

A equipa do Estudiantes protestou de forma veemente contra a equipa de arbitragem. «Toda tua», disse o presidente, o antigo internacional argentino Juan Verón, na cara do árbitro.

Mais tarde os jogadores da equipa derrotada aplaudiram ironicamente a equipa de arbitragem, por altura da entrega das medalhas.

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