Benfica vence Sporting e garante qualificação na Champions
O Benfica venceu o Sporting por 4-3 em dérbi emocionante da sétima jornada do Grupo B da Liga dos Campeões, no Pavilhão Fidelidade da Luz, e garantiu a qualificação para quartos de final, estendendo igualmente a invencibilidade esta temporada em todas as competições.
A primeira parte resume-se na seguinte frase: o Benfica adianta-se com dois golos madrugadores de Roberto di Benedetto e de João Rodrigues, ao primeiro e sétimo minutos; empatou o Sporting nos derradeiros 60 segundos.
O jogo abriu praticamente com golo do Benfica. Decorria o minuto inaugural quando Roberto di Benedetto rematou, em queda, a passe de João Rodrigues, e abriu o ativo, incendiando as bancadas. O internacional francês voltou a ser protagonista pouco depois, primeiro devido a desentendimento com o sportinguista Rafael Bessa que custou cartões azuis a ambos.
E quando regressou ao rinque, dois minutos depois, Di Benedetto fez o segundo golo (7’), com um remate cruzado, com ângulo fechado, que surpreendeu Xano Edo.
Logo a seguir, o pai do guarda-redes e treinador do Sporting, Edo Bosch, solicita um oportuno desconto de tempo para tranquilizar a equipa. Serenou igualmente o jogo, que entrou num longo período de acalmia, em que o Benfica controlava as operações, concedendo a iniciativa ao adversário.
Decorria a partida a ritmo moderado no último minuto antes do intervalo, quando o Sporting, em menos de 30 segundos, empatou o jogo. Golos de Henrique Magalhães, na recarga a uma defesa de Conti Acevedo após remate de Rafael Bessa, e de Danilo Rampulla, de penálti.
A segunda parte começou morna até que Rampulla dispôs de oportunidade flagrante para marcar, opondo-se Conti Acevedo com uma defesa em estilo, e logo a seguir o Benfica marcou o terceiro golo, por Zé Miranda, com um remate não menos vistoso ao ângulo da baliza de Xano Edo.
O Benfica atingiu a 9.ª falta, a 10 minutos do final e começou a esconder a bola procurando gastar o mais possível do tempo de ataque. Sporting tentou ser mais acutilante e intenso, mas acumulava perdas de bola no ataque, e chegou ao limite das faltas, a pouco mais de 5 minutos do final.
Todavia, as águias não demoraram a cometer a décima infração (a 4.37 minutos do fim) e na transformação do livre direto consequente Nolito Romero empatou o jogo com brilhante gesto técnico.
No entanto, aos 22 minutos, o inevitável Roberto di Benedetto, marcou o quarto golo do Benfica, adiantando definitivamente a equipa encarnada no dérbi.