José Mourinho
José Mourinho - Foto: IMAGO

Onze provável do Benfica para o dérbi com o Sporting: uma alteração à vista (fotos)

Richard Ríos regressa de castigo, Rodrigo Rêgo deve ser o sacrificado

Richard Ríos, médio colombiano do Benfica, 25 anos, está de volta depois de ter cumprido um jogo de castigo, pronto para entrar no onze inicial. José Mourinho foi questionado sobre a provável utilização do jogador, que deixaria Rodrigo Rêgo fora da equipa inicial e faria com que os encarnados se apresentassem com cinco médios e (Barrenechea, Ríos, Aursnes, Barreiro e Sudakov) e um avançado (Pavlidis).

«A pergunta é boa, mas eu não vou responder. O Gonçalo [Guimarães, diretor de imprensa] passou-me as declarações do Rui [Borges, treinador do Sporting] na conferência de Imprensa. O Rui não diz se joga o Morita, se joga o Simões; não diz se o Ioannidis vai recuperar ou não vai recuperar; não diz se o Debast joga, se o Debast não joga... não diz nada. A única coisa que eu posso dizer relativamente àquilo que o Rui disse, é que o Rui diz que ainda tem de conversar com a almofada... eu não tenho. Não tenho de conversar, porque já está tudo conversado, sei quem vai jogar. Treinámos hoje [ontem] exatamente em função de quem vai jogar amanhã [hoje]. Os jogadores sabem quem vai jogar. Eu sei quem vai jogar, não há dúvidas absolutamente nenhumas», explicou o treinador do Benfica, antes de ser convidado a revelar que tipo de Sporting espera na Luz.

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Se um leão a entrar com a iniciativa e a querer pegar no jogo ou, por outro lado, um Sporting na expectativa. E de que forma isso poderia influenciar a escolha do onze das águias.

«Não faço ideia. O Sporting jogará como o Rui Borges quiser que jogue, como o Rui preparou a sua equipa durante esta semana. Não faço a mínima ideia. Você disse ‘pode jogar assim, pode jogar assado’… Obviamente que nós também nos prepararemos para o ‘pode jogar assim, pode jogar assado’. Obviamente, que mais importante para nós é como nós queremos jogar. Mais importante é aquilo que nós preparámos para nós próprios, para a nossa identidade enquanto equipa. Mas, como fazemos com todas as equipas, estudamos o mais que podemos. Fica sempre aberta a porta da imprevisibilidade, que é a porta que o treinador adversário e os jogadores adversários podem meter no jogo. Esta semana preparámo-nos mais relativamente a nós próprios do que propriamente pensando no nosso adversário, que, como sabemos, é um adversário fortíssimo.»