Cláudio Pereira não teve dúvidas: houve falta de Fofana sobre Hjulmand e... penálti! - Foto: Sérgio Miguel Santos
Cláudio Pereira não teve dúvidas: houve falta de Fofana sobre Hjulmand e... penálti! - Foto: Sérgio Miguel Santos

Garrafa na cabeça do árbitro, insultos e provocações: clássico da Taça vale multas milionárias

Leões terão de pagar mais de 16 mil euros devido ao comportamento dos adeptos

O clássico disputado entre Sporting e FC Porto, a contar para a primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal, a 3 de março, resultou em mais de 22 mil euros em multas aplicadas pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol.

Os leões terão de pagar mais de 16 mil devido ao comportamente dos adeptos ao longo do clássico. O arremesso de objetos considerados perigosos para o relvado durante a partida valeu uma coima no valor de 5.100 euros. «Aos 40 minutos foi atirada uma garrafa e um isqueiro para o terreno de jogo por parte dos adeptos afetos à equipa da casa em direção ao arbitro. A garrafa atingiu a cabeça do árbitro», pode ler-se no relatório do árbitro da partida, Cláudio Pereira, e do delegado da FPF.

A «garrafa de vidro vazia» atingiu Cláudio Pereira «sem causar qualquer consequência física no mesmo». A «entrada e permanência de objetos não autorizados», incluindo engenhos pirotécnicos e duas tarjas provocatórias exibidas pelos adeptos leoninos ao longo da partida valeu uma coima de 3978 euros.

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Tarjas com as mensagens «fiquem com elas» e «dizem-se homens e honrados… na hora da verdade são xibos e cobardes» foram exibidas aos 72' e 87', respetivamente. Os leões foram ainda punidos com 7650 euros de multa devido ao «comportamento incorreto» do público da casa, que entoou cânticos contra o FC Porto e Cláudio Pereira,

Luis Neto, treinador-adjunto do Sporting, foi ainda multado em 357 euros devido à «entrada ou permanência na zona técnica não autorizada».

O «comportamento incorreto» dos adeptos afetos ao FC Porto valeu a aplicação de uma multa no valor de 6.222 euros aos azuis e brancos. A utilização de pirotecnia e de cânticos insultuosos dirigidos aos leões estão na origem da decisão.