Barcelona queixa-se da altura do relvado do Atl. Madrid
Hansi Flick, treinador do Barcelona, não escondeu o descontentamento em relação à altura do relvado do estádio Metropolitano durante o treino de véspera da segunda mão dos quartos de final da Champions.
De chuteiras calçadas e mãos a tatearem o tapete verde, o técnico alemão dirigiu-se a um membro da UEFA para apresentar uma queixa formal sobre o estado do relvado, segundo a Marca.
A preocupação dos catalães prende-se com as maiores dificuldades de circulação da bola com relva mais alta.
O jornal espanhol refere que a queixa foi registada pela UEFA, que se comprometeu a verificar e, se necessário, a cortar o relvado para cumprir os regulamentos — segundo as normas, a altura da relva não pode exceder os 30 milímetros (3 centímetros) de forma uniforme em todo o campo. A de Camp Nou, por exemplo, ronda os 2,3 centímetros, por preferência do clube.
Fontes do Atlético Madrid, por seu turno, garantem que o relvado cumpre todos os requisitos e que a sua altura é a mesma de sempre. Além de que se o relvado não estivesse dentro dos parâmetros a própria UEFA não teria permitido a realização do treino do Barcelona.
O diário recorda que esta não é a primeira vez que o estado do relvado do Metropolitano gera controvérsia, lembrando o lance polémico no primeiro golo do Atlético Madrid contra o Espanhol na Taça do Rei, quando o guarda-redes Joan García tropeçou numa pequena irregularidade do terreno. Em 2016, também nos quartos de final da Champions contra o Atlético, o Barcelona queixou-se do relvado do então estádio Vicente Calderón.